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Marília extingue 370 vagas de emprego formal em maio

Cidade
29 de junho de 2020

Dados do Ministério da Economia (Imagem: reprodução)

Marília registrou 370 demissões a mais do que contratações de trabalhadores com carteira assinada no decorrer do mês de maio, segundo dados do Ministério da Economia divulgados nesta segunda-feira (29).

As informações são referentes ao Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e mostram que no acumulado do ano são 727 postos formais de trabalho extintos na cidade.

A pandemia do novo coronavírus impôs o fechamento de comércio e serviços não essenciais em Marília desde o final de março.

Do terceiro ao quinto mês do ano a cidade já contabiliza o fim de 1.519 vagas trabalho com carteira que antes eram ocupadas.

O resultado só não é pior porque em janeiro e fevereiro o saldo da geração de empregos formais ficou no verde na cidade, com 792 contratações a mais do que demissões.

Setores

Apesar de continuar funcionando normalmente – apenas com a imposição de regras sanitárias – a indústria foi o setor da economia mariliense que mais demitiu do que contratou em maio. Nas linhas de produção foram 149 demissões a mais do que admissões.

O comércio aparece em segundo lugar no ranking negativo, com 139 demissões a mais do que contratações.  O setor de serviços ficou com saldo vermelho de menos 77 postos formais de emprego em maio.

A construção civil demitiu 16 a mais do que contratou e a agropecuária conseguiu ficar com saldo positivo de 11 postos de trabalho com carteira assinada criados no quinto mês do ano.

No acumulado de 2020 os únicos setores que registram saldo negativo são o comércio (-841) e a indústria (-268).

Mesmo com o impacto da pandemia, o segmento de serviços contratou 354 a mais do que demitiu em 2020.