Saúde de Marília tem 12 vítimas do acidente na BR internadas em UTIs

A Secretaria Municipal da Saúde atualizou nesta quarta-feira (18) o quadro clínico das vítimas do acidente envolvendo trabalhadores rurais do Maranhão.
Ao todo, 23 pacientes permanecem internados ou em observação na rede hospitalar de Marília, sendo 12 deles em unidades de terapia intensiva (UTIs).
De acordo com a secretária municipal da Saúde, Paloma Libânio, outros oito pacientes estão internados em enfermaria e três seguem em observação.

O balanço confirma sete mortes em decorrência do acidente — seis ainda no local e uma após atendimento hospitalar. A distribuição por unidade aponta que o Hospital Beneficente Unimar (HBU) concentra oito vítimas, das quais cinco estão na UTI e três em enfermaria.
Na Santa Casa, quatro pacientes permanecem internados, sendo três em UTI e um em enfermaria. Já o Hospital das Clínicas (HC) atende 11 vítimas, com quatro na UTI, quatro em enfermaria e três em observação.
Suporte de atendimento
Segundo a secretária, a rede municipal de urgência e emergência foi mobilizada imediatamente após o acionamento sobre o capotamento do ônibus. O Corpo de Bombeiros solicitou apoio do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que enviou inicialmente duas ambulâncias ao local.
Diante da gravidade e do número de vítimas, houve ampliação do atendimento, com o envio de novas ambulâncias e equipes de suporte. Ainda no local do acidente, foram realizados procedimentos de maior complexidade, como drenagem de tórax, intubação orotraqueal, estabilização clínica e imobilizações, além da organização e regulação das vítimas conforme protocolo técnico.

Os pacientes foram regulados e encaminhados de forma organizada ao HC, HBU, Santa Casa e às Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) do município. “Todos receberam atendimento”, afirmou Paloma.
Segundo a secretária, os pacientes que receberam alta hospitalar foram acolhidos na Casa Cidadã. Aqueles que ainda necessitam de curativos ou outros procedimentos seguem assistidos pela rede municipal, com busca ativa e transporte para garantir a continuidade do cuidado.
“Desde o primeiro chamado até o momento atual, toda a rede atuou de forma integrada, garantindo assistência oportuna, organização técnica e continuidade do atendimento às vítimas”, declarou.