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Marilienses tentam implantação de parque tecnológico na cidade

Cidade
28 de junho de 2014

Com a visita do Governador Geraldo Alckmin na cidade, um pedido especial foi feito: a implantação e reconhecimento de Marília como parque de Tecnologia da Informação (TI).

A Prefeitura, SEBRAE e Univem (Centro Universitário Eurípides de Marília) são responsáveis pela manutenção do Centro Incubador de Empresas de Marília “Miguel Silva” – CIEM, voltado para o estímulo ao empreendedorismo, geração de empregos e criação de novos negócios, fornecendo condições para que empresas emergentes se desenvolvam e comercializem seus produtos. Hoje, integram o CIEM 14 empresas.

“Nós e a associação que representa o setor estamos trabalhando de maneira efetiva para que o parque tecnológico seja reconhecido pelo Governo do Estado e, dessa forma, passe a receber incentivos fiscais e investimentos”, afirmou o secretário Cássio Luiz Pinto Junior, referindo-se a ASSERTI (Associação das Empresas de Serviços de Tecnologia da Informática), presidida pelo professor e Mestre em Ciência da Computação, Elvis Fusco.

O secretário explica que o parque tecnológico é uma concentração geográfica de empresas, instituições de ensino, incubadoras de negócios, centros de pesquisa e laboratórios que criam um ambiente favorável à inovação tecnológica. “À medida que passam a compartilhar o mesmo ambiente, geram benefícios econômicos para seus parceiros e também para a comunidade, devido à colaboração entre os participantes e instituições parceiras”, afirmou Cássio.

O setor em Marília tem hoje cerca de 100 empresas (em geral pequenas e médias), com profissionais nas áreas de programação, desenvolvedores de web e de dispositivos móveis, analistas de rede, infraestrutura e de sistemas. De acordo com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo, elas faturam cerca de R$ 10 milhões/mês.

O setor se caracteriza pelo desenvolvimento de softwares e de infraestrutura de TI. Marília registra atualmente um crescimento de 8% ao ano das empresas, em virtude da mão de obra especializada e disponível, com salários que variam de 2 a 8 mil reais.

Geral Alckmin prometeu agendar uma reunião para avaliação do caso.