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Opinião | Quem estupra uma criança deveria morrer

Coluna
16 de abril de 2021

A maioria da população brasileira defende a pena de morte ou a prisão perpétua para estupradores. Inúmeras pesquisas ao longo dos anos indicaram isso. A vontade do povo é explícita nesse sentido. Pouquíssimas pessoas que conheço pensam ao contrário.

Sendo assim, pergunto: por qual o motivo nossos legisladores ainda não debateram o tema com seriedade? Por que não mudamos a lei?

Atualmente a pena capital é proibida pela lei brasileira em casos de crimes civis. A nossa Constituição permite apenas que ela seja aplicada em casos de crimes cometidos em tempos de guerra. É o que diz o inciso 47 do artigo 5º da Constituição: “não haverá pena de morte, salvo em caso de guerra declarada”.

Os constantes casos de violência colocam em questão se as punições aplicadas no país realmente são suficientes, principalmente para crimes considerados gravíssimos.

Hoje o Marília Notícia divulgou que um homem de 33 anos foi preso na região por estuprar uma menininha de seis anos. O monstro jogou a garota em um colchão que estava no chão e tapou a boca dela com as mãos e um pano. Em seguida, retirou as roupas da vítima e começou a passar a mão pelo seu corpo, além de lamber e esfregar sua genitália nas partes íntimas da criança. Ele ainda tentou penetrar ela.

Quem em sã consciência acha que um lixo humano como esse pode ter algum tipo de recuperação? Que me desculpe os defensores radicais dos direitos humanos, mas essa mente doentia não tem mais volta. A única solução para pessoas deste tipo é a pena de morte. Nem prisão perpétua para um criminoso como esse é válida. Eu vou ter que sustentar a vida dele na prisão? Não, obrigado!

Muitos alegam que a pena de morte não tem qualquer impacto sobre os níveis de criminalidade. Pode até ser, realmente não tenho conhecimento profundo sobre tais pesquisas. Mas aqui, por mais importante que seja, não se trata de reduzir criminalidade. Se trata de Justiça, pura e simples.

Devemos cobrar mais nossos deputados e senadores por essa questão.