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Aconteceu? Tá no MN! #16

Geral
22 de agosto de 2017

Farra com dinheiro público

O Corpo de Bombeiros de Marília irá construir um muro na divisa do terreno do Posto Palmital que custará inacreditáveis R$ 118.296,29. A pequena fortuna será paga pela Prefeitura de Marília a pedido da corporação. Ou seja, os marilienses irão bancar a obra. O local que tem grades de proteção e nunca registrou nenhum incidente mais grave, fica na avenida República, 4503, e faz divisa com Rua Luis Eduardo Teixeira Spila, ao lado da linha férrea da ALL (América Latina Logística).

Farra com dinheiro público 2

De acordo com a corporação, a necessidade da construção ocorre por motivos de segurança, “uma vez que após a abertura da rua atrás PB Palmital até a extensão da Rua Wilson Dantas, esta via passou a ser utilizada por pessoas que anteriormente transitam sobre a linha férrea e ainda por pessoas que realizam atividades física nesta via, por se tratar de um rua sem saída e de pouco fluxo, exclusivo para saída de viaturas do Corpo de Bombeiros. Outro motivo que explica a necessidade da construção é a grande extensão do terreno que faz divisa com a rua, aproximadamente 90 metros, dificultando o monitoramento pelo efetivo de serviço, e considerando também que durante o verão já fomos surpreendidos por crianças que adentram o quartel para fazer uso da piscina, que em sua parte mais profunda possui 07 metros”. Que conversa mole né? Quem já passou por ali sabe que isso não é necessário.

Farra com dinheiro público 3

O pior de tudo isso é que o prefeito Daniel Alonso parece compactuar com os bombeiros. Não tem coisa mais importante, dentro da própria corporação, para gastar? Que tal mais equipamentos ou veículos? Não basta a licitação das carnes, os quase R$ 700 mil para simples zeladoria dos quartéis, entre outros gastos questionáveis? A relação promíscua entre administração municipal e bombeiros é uma vergonha para o povo de Marília. Tenho a impressão que nenhum político quer ‘brigar’ com a corporação por medo de perder votos. Eles são numerosos. É preciso impedir essa obra vergonhosa, nesse valor, Daniel Alonso. Não é ilegal, mas imoral! Estamos de olho!

Será que vão pagar?

A Câmara de Marília aprovou ontem (21), em sessão extraordinária, o Projeto de Lei nº 40/2017, que autoriza o parcelamento de débitos da Prefeitura e do Daem com o Instituto de Previdência Municipal de Marília (Ipremm). De acordo com o secretário da Fazenda Levi Gomes, que participou da sessão para explicar a situação do Ipremm, o parcelamento de R$ 200 milhões está sendo necessário para recompor o não repasse de recursos de 2004 para cá. “Isso aconteceu por conta de uma administração temerária e irresponsável. Estamos denunciando tudo e vamos entregar documentos ao Ministério Público Federal para que seja feita uma investigação mais a fundo”.

Mercado aqueceu

A euforia dos investidores com a notícia da privatização da Eletrobras deu o tom dos negócios com ações nesta terça-feira, 22, e levou o Índice Bovespa a uma alta de 2,01%, aos 70.011,25 pontos, maior patamar desde 19 de janeiro de 2011. As ações da estatal de energia elétrica dispararam 49,30% (ON) e 32,08% (PNB) e contagiaram todo o mercado, que movimentou R$ 11,1 bilhões, volume bem acima da média das últimas semanas. Com o forte otimismo, a bolsa acabou por minimizar os ruídos do cenário político, que trouxeram instabilidade a outros mercados no final dos negócios.

Cafézinho

A Matra – Marília Transparente – encaminhou um requerimento ao Ministério Público com pedido de instauração de Inquérito Civil para investigar contratações feitas pela Prefeitura de Marília no ano passado, sem licitação, para o fornecimento de coffe break em eventos diversos do Município. Segundo a Matra, entre os dias 20 de maio e 19 de dezembro de 2016, a administração municipal contratou direta e informalmente, em várias oportunidades, a empresa Restaurante e Buffet Capelato-ME, para o fornecimento de coffe break, servido em eventos oficiais realizados pela Prefeitura – totalizando R$ 16.750,00.

Cafézinho 2

Ao que consta, no caso específico, tanto pelo valor total despendido, como pela natureza dos produtos, as compras efetuadas pela Prefeitura não se enquadram nas exceções de dispensa de licitação ou inexigibilidade de licitação. A licitação nesse caso seria obrigatória de acordo com a lei. “Diante disso a Matra encaminhou cópia dos documentos obtidos ao MP com pedido de providências visando a investigação completa do fato que, em tese, fere os princípios da administração pública, podendo configurar ato de improbidade administrativa”, disse a entidade.

João do Bar x Wania Lombardi

O vereador João do Bar anda em pé de guerra com a secretária de Assistência e Desenvolvimento Social de Marília, Wania Lombardi. “Parabéns secretária, até que enfim você saiu do ar-condicionado, precisa mesmo trabalhar pelas comunidades carentes de nossa cidade, que você continue olhando para os mais necessitados, que saia do salto alto. Estamos de olho em você”, disse o vereador quando viu o trabalho de Wania em relação a ajuda das famílias atingidas no temporal de domingo. João do Bar anda vociferando palavras não muito boas sobre a secretária pela cidade. Fontes da coluna dizem que isso começou quando Wania não teria atendido um pedido sobre cestas básicas do edil. Particularmente eu gosto do trabalho da secretária.

Prefeito passou vergonha

O prefeito Daniel Alonso passou vergonha com um grande empresário de Marília no último domingo. Ao ver pelo Marília Notícia as notícias sobre o estrago feito pelo temporal e o pedido da Prefeitura para que fossem feitas doações , ele prontamente partiu para o Clube dos Bancários, onde foi feito um centro de emergência. Chegando lá, o empresário não achou nenhum desabrigado, somente políticos. Questionou: cadê o povo? O pessoal da Prefeitura ficou meio envergonhado e Alonso chegou a ligar pro empresário, dizendo que as pessoas que foram atingidas estavam preferindo ficar nas próprias casas. O cidadão benemérito estava com tanta vontade de ajudar que foi até a casa de pessoas que sofreram com a tempestade, obviamente sem nenhuma ajuda do poder público.