Sete alunos passam mal após consumo de bolo em escola estadual

Sete alunos de 12 anos da Escola Estadual Nassib Cury, no bairro Teotônio Vilela, em Marília, passaram mal nesta sexta-feira (27) depois de consumirem um alimento na unidade escolar. Os estudantes foram encaminhados para atendimento na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da zona sul, onde receberam assistência médica e passam bem.
Segundo informações apuradas pelo Marília Notícia, os alunos apresentaram sintomas como desconforto abdominal, dor de cabeça e episódios isolados de vômito, possivelmente depois do consumo de um bolo compartilhado na escola.
Ainda não há confirmação se o alimento foi levado por alguém da comunidade escolar, preparado no local ou fornecido pela empresa responsável pelo preparo da merenda.

Em nota oficial, a UPA da zona sul informou que as sete crianças foram prontamente avaliadas pela equipe médica, receberam atendimento imediato e encontram-se estáveis, sem necessidade de internação hospitalar. Os estudantes permanecem em acompanhamento, com evolução considerada satisfatória.
De acordo com o serviço de saúde, os alunos estavam acompanhados pelo diretor da escola e os familiares foram acionados para comparecer à unidade.
Como medida protocolar, foi registrada notificação de suspeita de intoxicação alimentar, com recolhimento do alimento para análise, conforme as orientações sanitárias. Os órgãos competentes devem apurar as circunstâncias do caso.
Familiares tranquilizados
Relatos obtidos no local indicam que a direção e a vice-direção da escola informaram não estar autorizadas a conceder entrevistas, orientando que as informações sejam divulgadas pela Secretaria de Estado da Educação. Ainda assim, a equipe teria tranquilizado os familiares, afirmando que os alunos atendidos estavam bem.
Uma mãe relatou à reportagem que foi chamada pela escola para buscar o filho após ele apresentar mal-estar, com queixas de dor de cabeça e dor abdominal, depois que outros estudantes já haviam sido atendidos.
A reportagem do MN questionou o Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria Estadual da Educação, e a Prefeitura de Marília (responsável pela contratação da terceirizada) sobre o caso. Até o momento, os posicionamentos oficiais são aguardados.