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Marília
ter. 28 fev. 2023

Chuva e calor causam surto de doenças gastrointestinais

por Samantha Ciuffa

O Departamento Regional de Saúde (DRS-IX) de Marília registrou o segundo maior número de casos de doenças diarreicas a cada 100 mil habitantes no Estado de São Paulo, durante os primeiros 35 dias do ano. É o que garante a Secretaria de Estado da Saúde (SES), que publicou um alerta para os altos índices apontados até o dia 4 de fevereiro.

Na região de Marília, composta por 62 municípios, foram identificados 2,9 mil casos a cada 100 mil pessoas. A população estimada dessas cidades ultrapassa um milhão de habitantes.

De acordo com o texto, houve um aumento de mais de 130% dos casos registrados no comparativo do mesmo período de 2022 em todo o Estado paulista.

Enquanto no ano passado havia 74,1 mil ocorrências desses tipos de infecções gastrointestinais, esse número aumentou para 173,7 mil neste ano.

O DRS que teve mais registros até agora é o de Presidente Prudente, com 5,2 mil casos por 100 mil habitantes em seus 45 municípios. Araçatuba, com 40 cidades na região, ficou com o terceiro lugar, com 1,1 mil.

PRECIPITAÇÃO 

Em períodos de chuvas, as chances de contrair essas doenças aumentam. O contato com a água contaminada e a ingestão direta da água para consumo humano, preparo de alimentos e higiene pessoal configuram os principais meios de transmissão de doenças diarreicas, de acordo com a SES.

Através de enchentes e inundações, os locais atingidos podem reter os contaminantes nos pisos, paredes, móveis, utensílios, roupas e outros objetos existentes nas residências.

Em Marília, nos dois primeiros meses do ano, já foram registrados 635,2 milímetros de chuva. Isso equivale a um aumento de 59% em relação ao mesmo período do ano passado.

Para a diretora do setor de Doenças de Transmissão Hídrica e Alimentar do Estado, Alessandra Lucchesi, a população precisa se atentar aos sintomas e as prefeituras devem orientar os munícipes para os riscos da doença.

“O número de casos notificados supera o esperado para o período. As doenças diarreicas, principalmente as agudas, podem ser graves e precisam de tratamento médico imediato. Neste período chuvoso, nós reforçamos com os equipamentos de saúde e prefeituras, com destaque para aquelas que sofrem mais com as chuvas, que orientem a população quanto aos sintomas e suspeitas e para que procurem uma unidade o quanto antes para iniciar o tratamento”, explica Lucchesi.

Ainda segundo o alerta do Estado, os sintomas mais comuns são diarreia líquida, náusea, vômito, cólica abdominal e febre, em alguns casos. Podem durar entre um dia e uma semana.

Alguns microrganismos podem causar sintomas mais graves, como distúrbios neurológicos, renais, hepáticos, alérgicos, septicemia e até óbito.

PREVENÇÃO

O texto ainda reúne os principais cuidados para evitar a infecção com doenças como diarreias. Confira:

  • evite contato com as águas das enchentes. Caso isto seja inevitável, permaneça o menor tempo possível na água ou na lama. Se a sua casa foi atingida pela enchente, evite pisar diretamente na água ou na lama ou manusear objetos que tenham sido atingidos por ela. Proteja os pés e as mãos com botas e luvas de borracha ou sacos plásticos duplos;
  • se o local foi atingido pela enchente, após o recuo da água, providencie a limpeza e desinfecção dos ambientes, móveis, utensílios, roupas e outros objetos;
  • jogue fora medicamentos e alimentos que entraram em contato com as águas da enchente, mesmo que estejam embalados com plásticos ou fechados, pois, ainda assim, podem estar contaminados. Alimentos perecíveis que ficaram sem refrigeração por falta de energia também devem ser desprezados. Para descartar alimentos e outros resíduos atingidos pelas enchentes, utilize sacos plásticos firmes e feche com lacre ou nó para não ser loco de ratos, baratas, moscas e outros insetos;
  • é recomendável consumir sempre água do sistema de abastecimento público. No caso de desabastecimento do sistema público de água, o cuidado com a água deve ser redobrado. Outra opção é filtrar e ferver a água por três minutos;
  • as unidades de saúde, em todos os municípios, distribuem gratuitamente frascos de hipoclorito de sódio 2,5%, próprio para diluir na água de beber e cozinhar, que também podem ser adquiridos em supermercados e farmácias. Em situações de enchentes mais intensas, geralmente os órgãos de Defesa Civil e Vigilância Sanitária distribuem gratuitamente o produto à população atingida;
  • lave bem as mãos antes de preparar alimentos e ao se alimentar.

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