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Vinicius confirma ação para zerar fila de cirurgias

Cidade
28 de maio de 2022

Assim como na autorização do novo hospital, deputado Vinicius agradece ao governador Rodrigo por mais um investimento na saúde pública (Foto: Divulgação)

Mais um investimento importante para a saúde pública foi anunciado nesta semana: o Mutirão das Cirurgias, que deverá zerar a fila de mais de 538,1 mil cirurgias cadastradas na Central de Regulação (Cross).

O líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado Vinicius Camarinha (PSDB) agradeceu ao governador Rodrigo Garcia (PSDB) pela autorização do investimento e confirmou que, na região de Marília, a ação deverá pôr fim à uma espera que chega a 43.981 procedimentos cirúrgicos.

“Para acabar com a demanda reprimida, haverá cirurgias extras na rede estadual, remuneração dobrada nos hospitais do SUS (Sistema Único de Saúde) e a contratação de serviços privados, num investimento de R$ 350 milhões. Saúde sempre foi um compromisso do governador Rodrigo, essa ação será fundamental para milhares de pessoas, que vivem a difícil expectativa pela liberação de uma cirurgia. Assim como na autorização da construção do novo Hospital da Mulher e da Criança, a nossa região agradece o mutirão de cirurgias”, disse o parlamentar, que ainda completou que no Hospital das Clínicas (HC) de Marília, as cirurgias começarão no dia 1º de junho.

No lançamento do mutirão, o governador Rodrigo destacou: “É impossível ficar impassível diante de tudo isso. Foi essa atitude que nos moveu no sentido de que a gente pudesse buscar um caminho para lançar o mutirão das cirurgias, que começa pela nossa rede, através dos hospitais próprios. Mas como a rede própria não será suficiente, nós convidamos a rede privada, além da rede filantrópica, para que a gente consiga alcançar esse objetivo de zerar essa fila”, disse Garcia.

Segundo o Governo do Estado, a estratégia com duração prevista para quatro meses, contempla 54 cirurgias ofertadas no Sistema Único de Saúde em sete especialidades, como do aparelho circulatório, visão, digestivo e abdominais, osteomolecular e geniturinário, das glândulas endócrinas e em nefrologia. Sem as ações do mutirão, o Estado levaria cerca de dois anos para atender toda a demanda reprimida.