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Prefeitura irá comprar alimentação para crianças alérgicas

Cidade
09 de fevereiro de 2019

Prefeito Daniel Alonso abre licitação inédita para compra de alimentação de crianças alérgicas da rede de educação. (Foto: Mauro Abreu)

Pensando nas crianças que possuem restrições alimentares, o Prefeito Daniel Alonso, através da Secretaria da Educação e por meio do Conselho de Alimentação Escolar, determinou a abertura de um processo licitatório para atender uma parte dos alunos da rede municipal que não podem se alimentar como as outras crianças.

O processo licitatório aberto no ano passado não teve interessados e, por isso, uma nova licitação está sendo aberta para atender especialmente esses alunos. Com a realização do certame, a Prefeitura poderá adquirir produtos especiais, como leite UHT desnatado sem lactose, leite semidesnatado sem lactose e adoçante, entre outros.

“Nós identificamos na rede muitas crianças que possuem a necessidade de terem uma dieta diferente. Como não poderia ser diferente, nós resolvemos abrir esse processo para atender impreterivelmente a todas as nossas crianças. Esperamos que alguma empresa possa se interessar, ganhar e nos atender o mais rápido possível”, disse Daniel Alonso.

O Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) tem por objetivo contribuir para o crescimento e o desenvolvimento biopsicossocial, a aprendizagem, o rendimento escolar e a formação de práticas alimentares saudáveis dos alunos, por meio de ações de educação alimentar e nutricionais e da oferta de refeições que cubram suas necessidades nutricionais durante o período letivo.

A regulamentação do Programa determina a oferta de alimentação saudável e adequada, segundo a faixa etária e o tempo de permanência na unidade escolar, com cardápios elaborados por nutricionista e adaptados para os alunos com restrições alimentares. Este cardápio especial deve ser elaborado com base em recomendações médicas e nutricionais, avaliação nutricional e demandas nutricionais diferenciadas.

(Foto: Mauro Abreu)

ALIMENTOS DIFERENCIADOS

“A aquisição de gêneros alimentícios diferenciados é um desafio, pois não temos uma quantidade específica a adquirir e quais os produtos necessitaremos para o ano letivo que se inicia; pois dependemos da demanda de alunos com restrições alimentares e do “tempo de tratamento”, disse Helter Bochi, secretário municipal da Educação.

“Em geral, esses alimentos não fazem parte do cardápio habitual da alimentação escolar e são necessários para adaptar os cardápios especiais. Podem ser desde alimentos comuns e que não sejam adquiridos devido ao custo elevado, como azeite de oliva e linhaça, a alimentos específicos, como fórmulas infantis ou produtos sem glúten”, lembrou o prefeito Daniel Alonso.

(Foto: Mauro Abreu)

(Foto: Mauro Abreu)

(Foto: Mauro Abreu)

(Foto: Mauro Abreu)