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Mulher é presa por furto de mais de R$ 3,4 mil em roupas

Polícia
13 de setembro de 2021

Na sexta-feira (10), a dona de casa Rafaela Guedes Gonçalves Lopes, de 39 anos, foi presa por tentativa de furto em uma loja na rua São Luiz, no Centro. O caso foi divulgado somente nesta segunda-feira (13).

A Polícia Militar foi acionada, às 14h24, e a segurança, de 38, relatou que momentos antes, a acusada entrou no estabelecimento com uma caixa de papelão.

Em seguida, a mulher demonstrou atitude suspeita, sempre olhando para cima e para os lados, e saiu da loja sem comprar nada.

A segurança abordou a dona de casa quando e perguntou o que havia na caixa. Rafaela confessou que furtou peças de roupa, e a polícia foi acionada.

Com a acusada foram encontrados 26 conjuntos de roupas de bebês, que somaram o valor de R$ 3.437,40. A dona de casa disse que iria revender as peças em São Paulo, onde reside.

Rafaela foi presa e encaminhada até a Central de Polícia Judiciária (CPJ), onde a delegada de plantão arbitrou fiança de R$ 2 mil. Como o valor foi apresentado, a dona de casa vai responder em liberdade.

Já o pedreiro Juliano Augusto de Souza, de 40 anos, foi preso por furto neste domingo (12), no Jardim Tangará, zona Sul de Marília.

A Polícia Militar fazia patrulhamento, às 1h45, quando foi acionada por uma testemunha que informou possuir imagens de furtos de fios.

Os policiais observaram as imagens e verificaram que um criminoso carregava alguns fios e depois ingressava em um local – onde estava um caminhão -, e saia com uma bateria sobre seus ombros.

Os militares realizaram diligências e localizaram o suspeito. Juliano carregava uma carroça e nela havia alguns fios elétricos e uma bateria.

Além disso, em poder do acusado havia um alicate, um canivete, um celular e dinheiro. A polícia apreendeu a blusa que o acusado vestia.

A PM retornou ao local dos fatos, e constatou que o pedreiro entrou após cortar a cerca. Foi verificado que o caminhão estava sem a bateria e corte de fios em poste de iluminação.

Juliano confessou os crimes e permaneceu à disposição da Justiça na Central de Polícia Judiciária (CPJ).

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