Marília planeja reforçar segurança com ampliação da Atividade Delegada

A Prefeitura de Marília estuda ampliar a Atividade Delegada no município, com a inclusão de policiais civis, ambientais e integrantes do Corpo de Bombeiros, além dos policiais militares que já atuam no modelo. A medida, porém, não prevê, neste momento, o pagamento de gratificação específica aos agentes.
A informação consta em resposta da Secretaria Municipal da Administração a requerimento apresentado na Câmara pelo vereador Wellington Corretado (PP), conhecido como “Batata”. O parlamentar questionou a possibilidade de elaboração de um projeto de lei para instituir pagamento mensal a policiais civis que atuassem no reforço da segurança em eventos e atividades de grande circulação.
No documento, a administração municipal afirma que já mantém convênio de Atividade Delegada com a Polícia Militar desde 2015, voltado ao policiamento preventivo, fiscalização e apoio em eventos.
Segundo a pasta, há estudos técnicos e orçamentários em andamento para ampliar o programa, com a integração da Polícia Civil, da Polícia Ambiental e do Corpo de Bombeiros ao mesmo modelo.
A secretaria destaca que a criação de uma gratificação isolada poderia gerar insegurança jurídica e fragmentação administrativa. A proposta, conforme a resposta, é unificar a atuação das diferentes corporações dentro da Atividade Delegada.
Ainda de acordo com a administração, o pedido apresentado pelo vereador está sendo analisado dentro de um estudo mais amplo, que busca estruturar a ampliação do programa de forma sustentável, incluindo a valorização dos policiais civis em um cronograma futuro.
No requerimento, Wellington Corretado afirma que a criação do pagamento poderia ampliar a sensação de segurança, reforçar o policiamento investigativo e melhorar a resposta a ocorrências durante eventos. O vereador também cita que outros municípios paulistas já adotam medidas semelhantes por meio de convênios com a Secretaria de Segurança Pública do Estado.