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Casais comemoram o 12 de junho com romantismo e afeição

Cidade
12 de junho de 2022

 

Ricardo e Natália com o filho, que carrega o mesmo nome do pai, durante viagem a Gramado (Foto: Arquivo Pessoal)

O Dia dos Namorados é comemorado no dia 12 de junho em todo o Brasil. A data é importante para o comércio, que registra aumento das vendas com presentes. Os restaurantes também têm um movimento maior que o habitual, com a presença dos casais apaixonados. Acima de tudo, é o momento para comemorar o amor e relembrar os motivos para estar junto da pessoa amada.

Por isso, o Marília Notícia foi atrás de histórias de amor, que traduzem esse sentimento entre os casais marilienses, que vão comemorar muito o dia 12 de junho.

PRIMEIROS E ÚNICOS

Primeiros e únicos na vida um do outro, e juntos há 15 anos, para Natália e Ricardo esse será um Dia dos Namorados diferente. Durante uma viagem a Gramado em abril, o pedido de casamento finalmente aconteceu.

“Começamos a namorar quando eu tinha 14 e ele 15 anos. Moramos juntos há oito anos, desde que engravidei, mas agora ele me pediu em casamento para oficializar. Fizemos os trâmites ao contrário. Primeiro engravidei, fomos morar juntos e agora vamos nos casar”, conta a secretária Natália Batista Ribeiro.

Agora, Natália está na expectativa para o presente do Dia dos Namorados. “Eu comprei um agasalho para ele e já entreguei sábado, porque não aguento esperar”, se diverte.

UMA VIDA JUNTOS

Welman Ibrahin Curi, de 92 anos, e Lourdes Nahas Curi, 89, completaram em maio 68 anos de casados. Antes disso, namoraram por cerca de um ano. O amor presente na vida deste casal, que teve quatro filhos, 14 netos e sete bisnetos, é contagiante e alegra qualquer um que esteja próximo.

Welman Ibrahin Curi, de 92 anos, e Lourdes Nahas Curi, de 89 anos, completaram 68 anos de casados e 69 de namoro (Foto: Alcyr Netto/Marília Notícia)

Na namoradeira do apartamento na rua Paes Leme, no Centro da cidade, o casal contou que tudo começou com uma paquera, quando Welman se mudou para Marília, em 1952. Ele morava em um sobrado, em frente ao imóvel de Lourdes, que logo se encantou pelo romantismo daquele que se tornaria o grande amor de sua vida.

“Ele dizia que queria colocar uma ponte, ligando os dois sobrados. Sempre foi muito romântico e segue assim até hoje. Nós não temos o Dia dos Namorados, nós namoramos todos os dias. Aquele encanto e aquele amor ainda existem. Eu olho pra ele e me sinto feliz. Somos namorados até hoje”, diz Lourdes.

Segundo Welman, o grande segredo é valorizar os predicados e não se fixar nas limitações, além do desejo sincero de fazer o outro feliz.  Ele conta que o plano era ter um filho a cada dois anos, para irem se conhecendo melhor e aproveitando cada momento, mas a vida quis que eles tivessem os quatro filhos em cinco anos.

“O namoro é a porta que vai dar sentido para nossa vida. O respeito mútuo é a mola propulsora para o bem de ambos. Sem romantismo não há crescimento no namoro. Não tem muito segredo para alcançar isso. Precisa ser fiel aos juramentos que assumem. É o desejo de fazer o outro feliz”, finaliza o apaixonado Welman.