Nova Policlínica de Marília aguarda ajuste técnico para início das obras

A construção da nova Policlínica da zona oeste de Marília ainda não saiu do papel, mesmo após quase dois meses da cerimônia que marcou o início das obras. Apesar da ausência de movimentação no terreno, a Prefeitura de Marília e o Ministério da Saúde afirmam que o empreendimento segue dentro do cronograma e negam qualquer atraso na execução do contrato.
O anúncio oficial do início das obras ocorreu em 11 de junho, durante evento que contou com a presença do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), além de autoridades estaduais e municipais. Na ocasião, o governo municipal informou que a construção seria iniciada a partir da emissão da ordem de serviço.
Em nota, a Secretaria Municipal da Saúde informou que “antes do início das obras, foi identificada a necessidade de realizar um ajuste técnico no projeto. Em razão disso, está sendo providenciado o aditivo contratual necessário, etapa indispensável para garantir a correta execução dos serviços”. A pasta acrescentou que as obras terão início após a conclusão desse procedimento.
O Ministério da Saúde, por sua vez, afirmou que não considera haver atraso na execução do empreendimento. De acordo com a pasta, o contrato permanece na fase inicial de execução desde a emissão da ordem de serviço e segue o cronograma previsto.
“O contrato está na fase inicial de execução, e segue o cronograma previsto, com acompanhamento técnico e financeiro regular”, informou o ministério. A pasta federal explicou ainda que os recursos serão liberados gradualmente, conforme o avanço físico da construção. Os repasses dependerão da apresentação dos boletins de medição, documentos que comprovam a execução dos serviços realizados pela empresa responsável.
Obra
A futura Policlínica da zona oeste integra o Novo PAC Seleções e representa um dos principais investimentos federais previstos para a saúde pública de Marília. O empreendimento contará com investimento total de R$ 30 milhões, sendo R$ 17 milhões destinados à construção e R$ 13 milhões para aquisição de equipamentos hospitalares.
O projeto prevê aproximadamente 3.100 metros quadrados de área construída em um terreno de 6.727,62 metros quadrados. A unidade deverá ampliar a oferta de atendimento especializado no município, funcionando como referência regional em consultas, exames e procedimentos ambulatoriais especializados.