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Política
sáb. 08 jun. 2024
APELO

Vereador de São José do Rio Preto apela ao Vaticano por Bíblia em bibliotecas

Presidente da Câmara de Vereadores do município diz que enviou uma carta ao Papa pedindo 'orações e solidariedade'.
por Folhapress

Após o MPSP (Ministério Público de São Paulo) ir à Justiça pedindo a proibição da obrigatoriedade de bíblias em bibliotecas de São José do Rio Preto, o presidente da Câmara de Vereadores do município diz que enviou uma carta ao Papa pedindo “orações e solidariedade” à população da cidade.

O presidente da Câmara rio-pretense, Paulo Pauléra (PP), redigiu uma carta ao Papa pedindo apoio para manter bíblias em bibliotecas. No documento, escrito na quinta-feira (6), o vereador acusa a Procuradoria-Geral de Justiça de São Paulo por “atentar a liberdade religiosa” do povo católico e cristão.

A carta, segundo o vereador, foi encaminhada à autoridade máxima da igreja católica, o Papa Francisco, via Sedex. Além da santidade, o vereador também recorreu à CNBB, alegando que as bíblias nas repartições democratizam o acesso à escrita sagrada.

O apelo vem após o MPSP pedir pela inconstitucionalidade das bíblicas em repartições públicas de São José do Rio Preto. Para a Procuradoria-Geral, a presença do livro religioso afronta a laicidade do Estado.

“Não compete ao Poder Legislativo criar preferência por determinada religião”, narra o ofício enviado à Justiça no fim de maio. As bíblias nas bibliotecas são protegidas por lei municipal no município, e desde 2004 o livro está presente nas repartições públicas — o mesmo não acontece com escritas sagradas para outras crenças.

Outra Ação de Inconstitucionalidade também foi apresentada à Justiça, questionando, desta vez, a presença das bíblias em braile — medida aprovada pela administração do município em 2009. Pauléra também protesta contra o pedido do MP às autoridades católicas.

“SOB A PROTEÇÃO DE DEUS INICIAMOS NOSSOS TRABALHOS”

Em abril deste ano, o TJSP julgou inconstitucional a necessidade de uma frase de cunho religioso antes das sessões legislativas. A decisão acatou a denúncia do MPSP explicando que, com a frase “sob a proteção de Deus iniciamos nossos trabalhos”, “haveria maltrato consequente, quanto a ateus e agnósticos, da liberdade de consciência, quanto a crentes, da liberdade religiosa”.

Insatisfeito com a decisão da Justiça, o líder da Câmara disse que vai recorrer ao Supremo Tribunal Federal. O UOL apurou que lideranças do Partido Progressista no interior paulista estão criando um movimento para protestar contra o que chamam de “absurda” decisão do TJSP.

***

POR UESLEY DURÃES

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