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qua. 18 out. 2023
RECURSOS

TCU julga processo sobre gestão de obras paralisadas em oito cidades da região

Estão na lista obras em Álvaro de Carvalho, Bastos, Cândido Mota, Espírito Santo do Turvo, Ipaussu, Maracaí, Paraguaçu Paulista e Tupã.
por Marcelo Martin
Vista externa (fachada) do prédio do Tribunal de Contas da União (Foto: Leopoldo Silva/Agência Senado)

O Tribunal de Contas da União (TCU) deve julgar, na sessão desta quarta-feira (18), o processo que analisa a gestão de obras paralisadas que envolvem recursos do Orçamento Geral da União (OGU). Oito municípios da região administrativa de Marília estão na lista.

A auditoria avaliou as ações adotadas pela Casa Civil da Presidência da República para melhorar a gestão do conjunto de obras identificadas em situações paralisadas ou inacabadas, no período entre 2019 e 2022.

O trabalho também verificou as ações do Ministério da Saúde, do Ministério da Educação, do extinto Ministério do Desenvolvimento Regional e outros órgãos com participação em empreendimentos públicos.

O volume fiscalizado na região é superior a R$ 3,2 milhões, referentes a obras em Álvaro de Carvalho, Bastos, Cândido Mota, Espírito Santo do Turvo, Ipaussu, Maracaí, Paraguaçu Paulista e Tupã. Os dados são do Painel de Obras Paralisadas do TCU, criado em 2018. O valor pode ser maior porque nem todos os dados estão informados no sistema.

NA REGIÃO

As obras investigadas são em maioria na área da Educação, contabilizando três processos. A Mobilidade Urbana vem em segundo lugar, com dois processos pendentes, seguido por um caso na Saúde, um em Turismo e um outro não informado.

Dentre os processos detalhados no sistema do TCU está o de implantação de uma praça em Bastos. A construção foi paralisada devido à desconformidade com o projeto. O valor total do investimento federal na obra é de $ 272.846,93, sendo que R$ 179.201,41 já foram investidos.

Outra obra paralisada na lista no processo é construção de uma escola de educação infantil em Espírito Santo do Turvo. O valor do investimento é de R$ 1,2 milhão e não foi informado se já houve valores pagos.

Cândido Mota aparece na lista com uma obra parada de pavimentação em vias do município, sobre o critério de dificuldade técnica da empresa executora. Neste caso, do investimento previsto de R$ 238.988,99, mais de R$ 195 mil já foram investidos.

Na lista de obras está um investimento federal na Saúde de Paraguaçu Paulista. O sistema não dá detalhes sobre o que se trata a obra, apenas cita que já aplicou R$ 190 mil de um total de R$ 600 mil orçados.

O município de Tupã aparece na lista com obra paralisada na educação básica, mas não dá detalhes de valor e objeto.

Já Ipaussu tem a obra da construção de centro poliesportivo no município paralisada devido à dificuldade técnica da executora. O valor federal dedicado a obra é de R$ 247.167,45 e quase um terço do valor, exatos R$ 78.617,72, já foram investidos.

A última cidade em que o TCU apresenta detalhes sobra obra paralisada é Maracaí, referente a projetos de infraestrutura turística de reforma e construção no portal do município. Segundo o sistema, R$ 217.049,51 já foram investidos de um total de R$ 627.955,03 orçados.

O TCU informou que analisou três aspectos. Se as ações para melhorar a gestão da carteira de obras foram adequadas e suficientes para enfrentar o problema, se os recursos para a retomada das obras foram direcionados de acordo com critérios prioritários, e também se há estudos ou providências sobre o que será feito com as obras que não podem ser retomadas.

A gestão da carteira de obras paralisadas envolve as ações adotadas para sistematizar, priorizar e monitorar os atos relacionados à construção, entrega e funcionamento dos empreendimentos públicos.

OUTRO LADO

O Marília Notícia entrou em contato com os municípios citados e pediu posicionamento sobre as obras paradas. Até o momento, apenas Maracaí respondeu ao questionamento, mas o espaço segue aberto para as demais administrações públicas se manifestarem.

Foto do portal de Maracaí em construção (Foto: Divulgação/Prefeitura de Maracaí)

A Prefeitura de Maracaí afirmou acreditar que o relatório possa estar desatualizado. “No último dia 13, houve uma medição atestando 94% de evolução da obra, pois este percentual de 34% foi superado ainda em 2022”, contesta sobre o atraso.

Relatou ainda que Gerências Executivas de Governo da Caixa Econômica Federal informaram ao município que estão analisando esta medição e devem atestar o quanto antes. “Porém, antes desta medição houve outra no mês de setembro, quando a obra já estava com quase 70% medido, atestado e pago por eles”, finaliza a nota.

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