Mulher é suspeita de agredir rival e bater carro em ambulância durante o resgate
A Polícia Civil investiga um caso de dano e fuga do local de acidente registrado na manhã deste sábado (10), em frente a um pub na região central da cidade.
Uma mulher é suspeita de ter causado danos a uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e fugido sem prestar esclarecimentos.
No entanto, conforme o registro policial, o caso pode ser ainda mais complexo. Há relatos de que a mesma motorista teria, momentos antes, agredido uma mulher — a paciente que estava sendo atendida pela equipe do Samu. A apuração irá tentar esclarecer se a colisão foi intencional.
Fim de festa
Policiais militares foram acionados via 190 por volta das 6h20 para atender a um acidente de trânsito ocorrido na rua Bandeirantes, em frente à casa noturna.
Além da ambulância, o veículo envolvido na colisão foi um Fiat Uno Vivace 1.0, de cor branca, com placas anotadas. O automóvel está registrado em nome de uma empresa de locação com sede em Bauru.
O motorista do Samu relatou aos policiais que a equipe realizava atendimento a uma vítima do sexo feminino, quando a ambulância foi atingida na lateral por um automóvel conduzido por outra mulher.
Após a colisão, a condutora deixou o local sem prestar esclarecimentos, o que pode caracterizar crime previsto no artigo 305 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que trata da fuga do local de acidente.
A ambulância, uma Renault Master Flash, ano 2024/2025, sofreu danos na lateral esquerda e nas portas traseiras. Conforme informado à polícia, o veículo não possui seguro.
Ainda segundo o motorista do Samu, antes da colisão, a condutora do automóvel teria se envolvido em um desentendimento com a mulher que estava sendo atendida pela equipe de socorro, circunstância que, de acordo com o relato, pode ter motivado a batida proposital contra a viatura.
Após o impacto, o motorista do Samu realizou o transporte da vítima para atendimento médico e, posteriormente, retornou à base, quando então acionou a Polícia Militar para o registro da ocorrência.
Até o momento, não há registro formal de ocorrência por agressão por parte da vítima. Assim, oficialmente, o caso é tratado como fuga do local de acidente e dano.