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Marília
ter. 23 nov. 2021

Levantamento encontra 5,3 mil recipientes com água parada

por Leonardo Moreno

O Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (Liraa) realizado em Marília no mês passado encontrou 5,3 mil recipientes com água parada em todas as regiões do município.

São os criadouros ideais para o chamado mosquito da dengue – que também transmite chikungunya e zika vírus. Foram coletadas 97 larvas do Aedes distribuídas em 2,13% dos imóveis vistoriados.

Essa foi a primeira pesquisa do tipo desde o começo da pandemia. Outra está prevista para janeiro. A “sorte”, neste caso, é que a temporada de chuvas ainda não começou para valer.

Se não fosse isso, a infestação verificada na cidade poderia estar muito pior, e não apenas em alerta para a possibilidade de um surto nos próximos meses, como mostrou com exclusividade o Marília Notícia.

Ao todo, agentes que realizaram o Liraa encontraram 17,8 mil recipientes com potencial de acumular água. A maior parte deles – 9,2 mil, cerca de 52,1 % do total – era móvel. Ou seja, o objeto poderia ser facilmente retirado pelo morador.

Outros 3,6 mil recipientes – cerca de 20,5% do total – também eram passíveis de modificação ou alteração para evitar o acúmulo de água.

Por outro lado, aproximadamente 4,2 mil – ou 24% – dos pontos são do tipo fixo; outros 144 – menos de 1% – são depósitos elevados e 140 foram cadastrados como recipientes naturais (plantas, por exemplo).

O Liraa encontrou também 290 pneus, sendo que 47 continham o líquido parado.

Dados analisados pelo MN (Reprodução: Sucen)

LIRAA

O Liraa – realizado em Marília no mês de outubro – encontrou larvas do Aedes em 2,13% dos imóveis vistoriados. Esse percentual diz respeito ao chamado índice predial. Em algumas regiões da cidade, o indicador foi ainda maior chegando a 2,75% e até 2,90%.

O Ministério da Saúde considera que índices inferiores a 1% indicam “condições satisfatórias” e de 1% a 3,9% é considerada “situação de alerta”. Quando acima de 3,9%, a infestação representa “risco de surto de dengue”.

O período do ano mais perigoso, por favorecer o acúmulo de água parada, utilizada para reprodução do mosquito, só está começando.

Em janeiro de 2022, um novo Liraa está programado para ser feito no município com o objetivo de monitorar a ameaça. Em janeiro do ano passado, o índice predial em Marília era de 3,3%.

A equipe do Marília Notícia apurou que uma das regiões da cidade com situação mais crítica no momento é a proximidade do Cascata, na zona Leste, área considerada de classe média/alta.

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