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Marília
sex. 25 out. 2019

Justiça não consegue achar Nelsinho em ação de enriquecimento ilícito

por Leonardo Moreno

Nelso Grancieri, em primeiro plano, e Bulgarelli ao fundo (Foto: Divulgação/Arquivo)

O secretário da Fazenda e Chefe de Gabinete do ex-prefeito Mario Bulgarelli, Nelson Virgílio Grancieri, conhecido como Nelsinho, está sumido e seu paradeiro é um desafio para a Justiça.

Ao menos desde 2017 a Vara da Fazenda de Marília tenta notificá-lo em uma ação civil pública em que é acusado de improbidade e enriquecimento ilícito.

Na última quarta-feira (23) o quarto promotor de Justiça de Marília, Isauro Pigozzi Filho, pediu mais uma diligência pessoal no endereço indicado pelo Sistema de Informações ao Judiciário (Infojud).

Depois disso, segundo requerimento da promotoria, deve ser feita a citação do acusado por meio de edital. A medida depende do aval da Vara.

Tal solicitação já foi feita em outros momentos, mas o juiz responsável entendeu que a promotoria deveria esgotar todas as possibilidades de citar Nelsinho pessoalmente.

Oficiais de Justiça já fizeram dezenas de diligências em busca do paradeiro do acusado.

Ainda em 2018, o Ministério Público apontou que Nelsinho apresentou notificação prévia, através de advogado, mas “depois de recebida a petição inicial não está sendo localizado no endereço fornecido e de sua residência”.

“Nem os familiares do requerido, vizinhos e o advogado constituído souberam informar a respeito de seu paradeiro”, consta no processo.

A filha do acusado teria dito em 2017 que seu pai estaria em São Paulo em endereço incerto. Já no ano passado, o advogado dele informou “achar” que seu cliente estaria morando em Campinas.

Processo

A denúncia contra Nelsinho aponta a contratação de empresas com dispensa de licitação por meio da Prefeitura de Marília, ausência de comprovação dos serviços e suposto custeio de serviços particulares prestados a uma clínica da esposa.

A acusação do Ministério Público envolve ainda a “incompatibilidade patrimonial” dele “com seus rendimentos, a indicar enriquecimento ilícito”.

Além da constituição da clínica, a compra de um veículo também não bateria com as informações da declaração de imposto de renda do casal.

Em uma outra ação, criminal, sobre o mesmo assunto, Nelsinho chegou a ser preso preventivamente pela Polícia Federal, por conta de movimentações suspeitas que totalizaram R$ 500 mil em suas contas pessoais entre agosto e outubro de 2011, quando estava na Prefeitura.

A ação civil pública que trata esta matéria, pede a devolução de R$ 18,2 mil que seriam referentes ao suposto enriquecimento ilícito, correção monetária, e multa de até três vezes a cifra.

A promotoria também pede a suspensão dos direitos políticos de oito a dez anos e proibição de contratar com o poder público por até dez anos.

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