Articulação política viabiliza modelo cívico-militar em Marília

Pais de alunos, funcionários e professores da Escola Estadual Professor Benito Martinelli, na zona norte de Marília, agradeceram à deputada estadual Dani Alonso e ao deputado federal Capitão Augusto (ambos do PL) pela implantação do modelo de escola cívico-militar na unidade. A adoção do programa ocorreu após articulação dos parlamentares junto ao governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), segundo informaram os próprios deputados.
A escola passou a funcionar oficialmente no modelo cívico-militar na última segunda-feira (2), com o início do ano letivo. Em todo o Estado de São Paulo, 100 escolas estaduais adotaram o formato em 89 municípios.
“Nos empenhamos para aprovar e trazer até Marília o programa Escola Cívico-Militar, idealizado pelo Governador Tarcísio, que vai garantir mais disciplina e promover valores cívicos. A expectativa é de melhora no desempenho dos alunos e rápida expansão do modelo”, afirmaram Dani Alonso e Capitão Augusto.

Os deputados destacaram que a escolha das escolas ocorreu após consulta pública à comunidade escolar. “Houve uma votação com participação de mães, pais e responsáveis pelos alunos, além de estudantes com mais de 16 anos e funcionários. Eles mesmos confirmaram o interesse em aderir ao programa”, explicaram.
Após o anúncio da implantação do modelo na Escola Estadual Professor Benito Martinelli, a unidade registrou aumento na procura por matrículas, inclusive por famílias de estudantes da rede particular, segundo relato dos parlamentares.

De acordo com as diretrizes do programa, as escolas mantêm a mesma carga horária e seguem o currículo paulista, além das avaliações e projetos definidos pela Secretaria da Educação do Estado. O diferencial do modelo é o apoio de policiais militares da reserva, que atuam como monitores nas áreas de segurança, disciplina, acolhimento e promoção de valores cívicos.
Os monitores foram selecionados por meio de banca avaliadora, com análise de títulos e documentos que comprovam aptidão para o exercício das funções. Eles também participam de curso de capacitação com carga horária mínima de 40 horas, ministrado pelas Secretarias da Educação e da Segurança Pública, com conteúdos voltados ao regimento interno, psicologia escolar, ambiente educacional, cultura de paz e segurança escolar.