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Brasil e Mundo
sáb. 02 out. 2021

Com custo marítimo alto, café especial do Brasil viaja de avião

por Agência Estado

Com dificuldade para exportar café por causa do frete marítimo, exportadores têm recorrido a outro meio de transporte, bem mais caro: o avião. Embora continue sendo uma via de exportação pontual e represente uma parcela pequena do total embarcado, a modalidade mais do que dobrou em 2021, ante 2020. Segundo o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), 0,07% dos contêineres exportados este ano foram por via aérea, ante 0,03% no ano passado e 0,05% em 2019.

O movimento ocorre principalmente com as variedades mais caras. Para o café solúvel, os embarques aéreos cresceram 150,6% entre janeiro e agosto de 2020 e o mesmo período de 2021 – embora o volume exportado por aviões também não chegue a 1% do total.

O diretor comercial do Café Labareda, Gabriel Afonso Lancha Alves de Oliveira, afirmou ao Estadão/Broadcast que precisou enviar de avião uma carga de 300 sacas de 30 kg de cafés especiais para o Reino Unido. “O cliente ficou cerca de quatro meses sem receber café por causa de atrasos na logística, e o contrato era de envios mensais”, afirmou. “Não conseguimos vagas em navios há três meses. Como o cliente não pode ficar sem café, foi preciso encontrar uma maneira de enviar.”

Segundo ele, o embarque por navio custaria US$ 0,15/kg; enquanto por avião, ficou em US$ 1,30/kg – diferença de 767%. Nesse caso, o custo extra ficou com o comprador, já que o contrato acertado entre as partes era do tipo Free on Board (FOB), portanto a responsabilidade do vendedor só vai até o despacho da mercadoria

O Cecafé estima que, entre maio e agosto de 2021, os entraves logísticos no transporte marítimo impediram que o Brasil exportasse cerca de 3,5 milhões de sacas de 60 kg de café, o que equivaleria a aproximadamente US$ 500 milhões. De acordo com a entidade, nos dois primeiros meses do atual ano-safra (julho e agosto), o volume de café exportado pelo Brasil caiu 18,7%, para 5,54 milhões de sacas de 60 kg, principalmente por causa dos gargalos logísticos – embora a receita tenha avançado em 2,8% no período, para US$ 831,7 milhões.

Os problemas vêm do aumento na demanda por navios com o avanço da vacinação contra a covid-19 e a reabertura de algumas das principais economias globais, como a dos Estados Unidos e as de países europeus.

“Vamos trabalhar sempre na diversificação de modais”, diz o diretor-geral do Cecafé, Marcos Matos. O órgão prevê que a situação seja superada a partir do segundo semestre de 2022.

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