Marília

Marília confirma mais dois óbitos e cidade já tem quatro mortes por tuberculose em 2023

A Prefeitura de Marília confirmou mais duas mortes e agora já são quatro óbitos registrados por tuberculose em 2023. A informação foi repassada pela Secretaria Municipal da Saúde por meio de nota. No total, são 23 casos notificados no ano.

De acordo com o documento, os quatro pacientes morreram em decorrência da doença nos meses de janeiro, março, abril e maio.

A primeira vítima foi um homem de 53 anos. A morte foi registrada no dia 31 de janeiro. Ele já tinha iniciado tratamento, mas teria abandonado e retomado os cuidados em dezembro de 2022.

O segundo óbito foi de um idoso de 70 anos no dia 18 de março. Ele havia começado o tratamento poucos dias antes, em 13 de março, e possuía doença imunossupressora.

O terceiro caso foi de um paciente de 51 anos que estava hospitalizado e tinha diabetes. Ele começou a se tratar no dia 6 de abril e morreu no dia 29 do mesmo mês.

O quarto e último caso foi de um homem de 59 anos, também hospitalizado e com doença imunossupressora. Ele começou o tratamento no dia 6 de abril e foi à óbito no dia 7 de maio.

DOENÇA INFECCIOSA

De acordo com o Ministério da Saúde, tuberculose é uma doença infecciosa e transmissível, causada pela bactéria Mycobacterium tuberculosis, também conhecida como bacilo de Koch. A doença afeta principalmente os pulmões, mas também pode acometer outros órgãos e sistemas.

Os principais sintomas são tosse por três semanas ou mais, febre vespertina, suor noturno e emagrecimento. Caso haja a presença desses sintomas, a orientação é procurar a unidade de saúde mais próxima para avaliação e realização de exames. Se o resultado for positivo para tuberculose, o paciente deve iniciar o tratamento o mais rápido possível.

VACINAÇÃO

A vacina BCG (bacilo Calmette-Guérin), ofertada no Sistema Único de Saúde (SUS), protege a criança das formas mais graves da doença, como a tuberculose miliar e a tuberculose meníngea.

A dose está disponível nas salas de vacinação das unidades básicas de saúde da cidade e deve ser ministrada às crianças ao nascer ou, no máximo, até os quatro anos, 11 meses e 29 dias.

Samantha Ciuffa

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