Depois de cientistas norte-americanos descobrirem uma possível contaminação por zika vírus ocorrida por meio de relação sexual, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) anunciou que a preocupação com a doença transmitida pelo Aedes aegypti deve ser ainda mais elevada a partir de agora.
Presidente da fundação, Paulo Gadelha afirmou que pesquisadores encontraram evidências da presença ativa do zika na saliva e urina de um paciente, elevando o alerta à população às vésperas do feriado prolongado de carnaval.
Ainda não há, no entanto, confirmação de que as transmissões por esses meios possam de fato ocorrer, já que são necessárias mais pesquisas para confirmar a possibilidade.
Os especialistas afirmam que o zika é encontrado de forma ativa na saliva e urina, podendo se replicar nesse meio. O alerta de cautela é principalmente para gestantes, cujos fetos podem se tornar microcéfalos caso elas sejam infectadas pelo vírus.
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