Winning image of World Press Photo of the Year 2018 contest and 1st Prize for Spot News Singles taken by Ronaldo Schemidt shows Jose Victor Salazar Balza (28) catching fire amid violent clashes with riot police during a protest against President Nicolas Maduro, in Caracas, Venezuela May 3, 2017. Ronaldo Schemidt, Agence France-Presse via REUTERS NO RESALES. NO ARCHIVES ORG XMIT: GDY601
José Víctor Salazar Balza é fotografado em chamas durante os violentos confrontos com policiais em um protesto contra o presidente Nicolas Maduro, em Caracas. (Foto: Divulgação)
O fotógrafo Ronaldo Schemidt ganhou o prêmio de foto do ano do prestigiado concurso World Press Photo 2018, pelo registro de um manifestante encapuzado e em chamas durante um protesto em Caracas, na Veneuela.
A foto de Schemidt, intitulada ‘Crise na Venezuela’, concorreu na última fase do concurso com outras cinco finalistas, escolhidas entre as 73.044 imagens inscritas por 4.548 fotógrafos de 125 países.
O fotógrafo venezuelano capturou o momento exato em que um manifestante tem seu corpo incendiado durante um protesto contra o presidente Nicolás Maduro em Caracas.
Em uma enquete feita por VEJA, os leitores elegeram sua foto preferida para ganhar o prêmio entre as finalistas. O vencedor da votação também foi o registro de Schemidt, com 53% dos votos.
A história da foto
A imagem captou o momento em que Víctor Salazar, um estudante de 28 anos, queimava como uma tocha humana, após a explosão do tanque de gasolina de uma motocicleta militar com outros jovens manifestantes em 3 de maio na Praça Altamira, no leste de Caracas.
A sequência desta imagem durou dez segundos, se muito. “Senti um calor, o clarão. Eu não sabia o que era, só vi que uma bola de fogo vinha na minha direção. Eu a segui, disparando a minha câmera sem parar, ouvi seus gritos e foi aí que me dei conta do que era”, conta Schemidt.
Implorando por socorro, Víctor, já sem sua camiseta incendiada, se jogou no asfalto, revirando-se no chão para tentar acabar com seu suplício. Outros jovens manifestantes conseguiram apaziguar as labaredas, usando as próprias mãos.
Com 70% do corpo queimado, foi submetido a 42 cirurgias de enxerto de pele. “Seu tratamento foi muito doloroso, muito traumático, gritava, não queria mais viver. Agora está cicatrizando”, relatou recentemente à AFP sua irmã, Carmen Salazar.
As queimaduras o deixaram, inclusive, sem algumas impressões digitais. Um ano depois, ainda continua em tratamento em sua casa em Ciudad Guayana, no sul da Venezuela. Víctor não quer exposição na imprensa e, segundo sua irmã, se recusa até mesmo a ouvir falar no assunto.
Fonte: MSN
Dinheiro apreendido pela Polícia Federal com ex-assessores em Recife (Foto: Polícia Federal) Quatro pessoas -…
Chuvas reduzem área de seca no Brasil para 54% em fevereiro, aponta ANA (Foto: Agência…
Nova unidade da Embrapa em MT vai apoiar produção rural e comunidades: projeto prioriza hortifrútis,…
Porta-aviões USS Abraham Lincoln navega em apoio à Operação Epic Fury na área de responsabilidade…
Dani Alonso e Capitão Augusto cobram melhorias da BR-153 (Foto: Divulgação) O Ministério Público Federal…
Para presidente, implantação dos espaços adaptados mostra a responsabilidade do governo ao garantir equidade no…
This website uses cookies.