Samuel da Farmácia era réu na ação movida pelo MPF. Ele foi denunciado em 2009 porque teria tentado obter o registro de farmacêutico e apresentado uma declaração de conclusão de curso de farmácia e o histórico escolar de uma universidade particular. Porém, o Conselho Regional de Farmácia identificou problemas na documentação e consultou a universidade, que informou que o vereador nunca tinha estudado na instituição.
O acordo foi feito porque a pena adotada é inferior a um ano. O processo pode ficar suspenso por até quatro anos e, neste período, o vereador terá que comparecer mensalmente ao Fórum.
Fonte: Reprodução G1
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