O professor e paleontólogo Rodrigo Santucci deu início ao ano letivo na Universidade de Brasília com uma missão especial: hospedar e estudar o fóssil de um titanossauro que viveu há 70 milhões de anos no Brasil.
Os pedaços do animal foram achados em Marília em 2009 durante a construção de uma rodovia. A ideia é descrever os ossos para depois compará-los aos de outros dinossauros e então fazer réplicas do bicho. É a primeira vez que a instituição realiza um trabalho do tipo.
O fóssil do dinossauro foi encontrado pelo paleontólogo William Nava – coordenador do Museu de Paleontologia de Marília. O paleontólogo mariliense encontrou alguns ossos soltos da rocha na margem da rodovia e, olhando com mais calma, percebeu um nível com os ossos do titanossauro.
Mais da metade do esqueleto do dinossauro foi encontrado. Foram achadas parte do pescoço, vértebras das costas e da cauda, costela e fragmentos das patas, bacia e crânio. Infelizmente o restante do esqueleto pode ter sido danificado durante a construção da rodovia. Os pesquisadores acreditam que o dinossauro tenha pesado 10 toneladas e atingido 15 metros de comprimento.
Junto a ele também foram encontrados o crânio de um crocodilomorfo e fósseis de raízes. Todo o conjunto vai ser avaliado para que se tenha uma noção melhor do ambiente em que o titanossauro viveu. O projeto é financiado pelo CNPq e pela Prefeitura de Marília. Também acredita-se na hipótese de usar uma impressora 3D para recriar o animal.
Fonte: G1
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