Brasília - O Presidente Michel Temer durante cerimônia de assinatura de decreto de intervenção federal na segurança do Rio de Janeiro (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
“Só chegamos à intervenção parcial no Rio de Janeiro, porque ela é parcial e democrática, porque está amparada pelo texto constitucional, e é uma intervenção civil, de forma acordada com o governador (Luiz Fernando Pezão)”, afirmou o presidente, dizendo que a criação da pasta “enaltece o diálogo” “numa linha de quem despreza o autoritarismo”.
O presidente – que deu posse nesta terça-feira, 27, ao ministro Raul Jungmann como ministro da Segurança – disse que o governo “trabalhou conjuntamente para chegarmos aqui em harmonia” e ressaltou que “desde o primeiro momento quando pedi a cooperação das Forças Armadas elas jamais se negaram, pelo contrario”.
Temer, que confirmou que já chamou os governadores para uma reunião sobre segurança na próxima quinta-feira, dia 1º, disse ainda que o governo não deve “ficar apenas no Rio de Janeiro”, pois ações de segurança publica são solicitadas em todo o País.
Ao destacar que os Estados continuarão os responsáveis pela segurança pública, o presidente disse que “caberá ao ministério coordenar e promover a integração das ações dos Estados, inclusive na área de inteligência”. “Não basta botar a polícia presencialmente, é preciso, nos dias atuais em face dos avanços tecnológicos, ter inteligência.”
Temer voltou a dizer que no passado os governantes “não queriam por a mão neste assunto” e garantiu que seu objetivo não é interferir em outro Poder. “Não vamos invadir competência dos Estados”, afirmou.
Sem despedida
Pouco antes de Temer, Jungmann disse em seu discurso de posse que se despedia do Parlamento “em nome desta causa”, tese que foi rebatida pelo presidente Temer. “Vou fazer uma pequena retificação: Jungmann diz que hoje sai da política e eu penso que você se introduziu cada vez mais”, afirmou. “Você apoiou hoje uma das mais nobres tarefas da política, esta administrando um setor importantíssimo”, completou.
Temer citou ainda que passou 24 anos no Parlamento e que mesmo deixado a vida no Congresso para ser vice e chegar à Presidência hoje se sente “entusiasmadamente inserido”. “E você (Jungmann) continua mais intensamente nela (na vida política)”, completou.
O presidente chegou a cerimônia acompanhado do presidente do Senado, Eunício Oliveira, dos ministros Eliseu Padilha (Casa Civil), Moreira Franco (Secretaria-Geral), Torquato Jardim (Justiça) e dos ministro do STF Alexandre de Moraes, que foi ministro da justiça de seu governo e lançou há um ano o Plano Nacional de Segurança. Gilmar Mendes e Dias Toffoli, também ministros do Supremo, acompanharam o colega.
Também estavam na cerimônia os ministros Henrique Meirelles (Fazenda), Grace Mendonça (Advocacia-Geral da União), Helder Barbalho (Integração Nacional) e Blairo Maggi (Agricultura).
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