A decisão do governo de recrutar militares da reserva para repor mão de obra no INSS deflagrou uma onda de críticas entre servidores dentro e fora do órgão. Categorias cogitam ir à Justiça contra a medida e defendem que o Executivo contrate de forma temporária servidores do INSS já aposentados, além de fazer novos concursos para reforçar o corpo técnico de forma permanente.
A reação é uma mostra das resistências que serão levantadas à reforma administrativa que a equipe econômica pretende propor para enxugar o tamanho da máquina pública. Os servidores pretendem usar o anúncio do governo como uma admissão pública de que falta mão de obra na administração federal, contrariando o discurso de redução de cargos e limitação de novos concursos.
O secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, rechaçou na terça-feira, 14, essa conexão e disse que são “situações completamente distintas”. “Temos convicção de que o Estado brasileiro precisa ser do tamanho que a sociedade pode suportar”, afirmou na entrevista.
Marinho prometeu para esta semana um decreto para abrir caminho à contratação de sete mil militares da reserva, que serão remunerados com um adicional de 30%.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Projeção da Policlínica que será construída na zona oeste de Marília (Foto: Divulgação) A Prefeitura…
O Tribunal do Júri de Marília condenou, nesta terça-feira (12), o eletricista Caio Baldinoti Alves…
Fios soltos, pendurados entre um emaranhado de fios em Marília (Foto: Alcyr Netto/Marília Notícia) Quase…
Drogas, munições, arma e dinheiro encontrados com o suspeito (Foto: Divulgação/PM-SP) Um ajudante-geral de 21…
Vítima recebeu oito golpes de faca durante briga em bar na zona sul de Marília…
A primeira Unidade Básica de Saúde (UBS) Animal de Marília iniciou as atividades com atendimento…
This website uses cookies.