A cidade de Marília segue monitorando de forma contínua os indicadores da atenção básica por meio do Programa Previne Brasil, do Ministério da Saúde. A cada quatro meses, o sistema federal analisa o desempenho dos municípios com base em dados estratégicos, como pré-natal, saúde da mulher, vacinação, doenças crônicas e exames preventivos.
Um dos pontos positivos do programa é a série histórica dos dados, que permite identificar avanços, oscilações e áreas que exigem maior atenção. Marília, por exemplo, chegou a atingir nota 7,58 no Indicador Sintético Final (ISF) no primeiro quadrimestre de 2024 — índice considerado bom dentro da escala de avaliação, que vai de zero a 10. Embora tenha registrado queda para 6,62 no mesmo período de 2025, os dados anteriores demonstram momentos de desempenho consistente, com nota 7 no segundo quadrimestre de 2024 e 6,84 no terceiro.
O Previne Brasil também classifica os municípios por posição no ranking estadual. Marília ocupava a 358ª colocação no início de 2024 e agora está em 525º lugar. A variação reforça a utilidade do sistema como ferramenta de gestão, ao ajudar a mapear onde investir mais esforços para a melhoria da atenção primária.
Entre os critérios avaliados estão a realização de consultas de pré-natal, atendimento odontológico durante a gestação, exames de HIV e sífilis em gestantes, cobertura de exames citopatológicos, vacinação infantil, acompanhamento de pacientes com hipertensão e exames laboratoriais para pessoas com diabetes.
Um destaque da estrutura de saúde de Marília é o uso do sistema e-SUS, integrado em toda a rede municipal. Ele permite o registro completo do histórico dos pacientes, promovendo agilidade e maior precisão na resposta às demandas da população. Essa digitalização facilita o envio de dados ao Sisab (Sistema de Informação em Saúde para a Atenção Básica) e contribui para uma gestão mais eficiente e transparente.
Além de orientar estratégias de atendimento, o desempenho no Previne Brasil influencia diretamente na distribuição de recursos federais para os municípios. Por isso, acompanhar a série histórica e investir na qualificação dos serviços são caminhos fundamentais para fortalecer ainda mais a atenção básica.
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