(Foto: Marcelo Martin/Marília Notícia)
O rompimento do contrato para a administração da Zona Azul de Marília, quebrado pela Prefeitura com a Rizzo Parking no sábado (2), ainda não é de conhecimento de todos os moradores. No centro da cidade, os consumidores encontraram bastante facilidade para estacionar os veículos, mesmo sem o gerenciamento das vagas.
O Marília Notícia esteve na rua São Luiz na manhã desta segunda-feira (4) e verificou tranquilidade no primeiro dia com o comércio de portas abertas e sem o serviço de fiscalização da empresa.
Das dez pessoas entrevistas pela reportagem, três delas foram abordadas enquanto buscavam um meio para validar um tíquete no estacionamento rotativo. O casal de cozinheiros Henrique e Jose dos Santos, de 39 e 33 anos, contaram que tentaram ainda efetuar o pagamento via aplicativo e também no totem.
“Apareceu no aplicativo que deu erro no pagamento com meu cartão, então viemos tentar pagar na maquininha, mas está fora do ar, e não achamos ninguém da Rizzo. A gente estava com receio de sair e ter de pagar uma multa depois, não sabíamos que não está mais funcionado a Zona Azul”, relatou Jose.
Outra moradora que não sabia do rompimento do contrato foi técnica de enfermagem, Daniela Poli, de 45 anos. “Para mim foi ótimo. Eu tive um problema há algum tempo com uma funcionária. Ela me viu parando, comprei uma cartela de uma hora com ela e foi só eu virar as costas para ela me multar por estacionar sobre a faixa da vaga”, lembrou.
ESTACIONAMENTO
Nenhuma das pessoas abordadas pela reportagem afirmou ter dificuldades de estacionar o veículo próximo ao destino e na área do Centro, onde funcionavam a Zona Azul. Apensar disto, a consultora de vendas Giovana Manciele, de 34 anos, informou que notou diferença no movimento logo pela manhã.
“Eu chego aqui por volta das 8h30 e, antes, as vagas estavam bem vazias neste horário. Já hoje, quando cheguei, tinha bastante carro estacionado. Acho que quem parava antes lá perto da Igreja Santo Antônio aproveitou o fim da cobrança para estacionar mais perto do trabalho”, disse Giovana.
Ela ainda lembrou que não vê os funcionários da Rizzo desde o sábado (2). “Eles trabalharam até 10 horas e pararam porque estavam sendo bastante questionados pelos motoristas.”
Mesmo com várias vagas disponíveis nas ruas do Centro, um estacionamento particular recebeu um movimento maior nesta manhã de segunda-feira (4). Valdeir Serafim, de 56 anos, que é controlador do estacionamento, contabilizou cinco veículos a mais do que é comum para o período do dia.
“É um movimento atípico para uma segunda, mas não sei se tem ligação com o fim da Zona Azul. Eu até acho que pode não ser, porque tem várias vagas aqui na rua. Então, ainda não afetou, mas é começo de mês e muita gente ainda não recebeu. Vamos esperar para saber como vai ser o movimento do Natal”, concluiu Serafim.
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