A Prefeitura de Marília revogou nesta terça-feira (14) o edital do leilão para venda de imóveis municipais com finalidade de cobrir o rombo do Instituto de Previdência do Município de Marília (Ipremm).
Até agora apenas um imóvel foi vendido com esse objetivo, em negociação concluída na semana passada pelo valor de R$ 1,2 milhão dividido em entrada e 24 parcelas.
O edital revogado esta semana pretendia levantar ao menos R$ 9,6 milhões com cinco áreas. A revogação veio após dois pregões terminarem sem interessados.
Os preços mínimos foram estipulados por empresa contratada pela Prefeitura e nesta quarta-feira (15) a assessoria de imprensa do município informou que “as avaliações devem ser revistas no decurso de tempo dada a oscilação do mercado imobiliário”.
A reportagem apurou que pode ser necessário contratar nova empresa para atualizar a avaliação dos preços, que também precisariam ser novamente aprovados pela Câmara.
A presidente do Ipremm, Mônica Regina Silva, disse ao Marília Notícia em agosto do ano passado que pretende levantar R$ 30 milhões para o instituto por meio dos leilões de até 40 imóveis.
Nos últimos dias o prefeito Daniel Alonso afirmou que pretende vender um total de 16 áreas em breve, fora o parque aquático.
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