Nayara Mazini tem apostado em look mais produzido que na eleição passada (Foto: Alcyr Netto/Marília Notícia)
A candidata do Psol à Prefeitura de Marília, Nayara Mazini, tem sido lembrada para participação em entrevistas e debates realizados por canais do YouTube. Utilizando redes virtuais para se conectar com os participantes, a enfermeira diz que busca ampliar seu alcance durante a campanha, reforçando sua proposta de ser a primeira mulher prefeita da cidade.
Em 12 de setembro, Nayara lembrou a participação em uma live no canal “Iluminação da Mente”, que trata de assuntos bíblicos, onde discutiu temas relacionados ao público cristão. Durante a conversa, a candidata pontua que destacou a importância da humildade e empatia na gestão pública, referindo-se a sua própria trajetória, que seria marcada pela busca de tratamento para sua filha com deficiência. “Eu venho para a política institucional pela dor”, afirmou Mazini.
No dia 16 de setembro, Nayara conta que participou de duas sabatinas virtuais. A primeira, promovida pela Associação Comercial e de Inovação de Marília (Acim) e pelo Conselho de Desenvolvimento Estratégico de Marília (Codem), abordou temas como planejamento urbano, comércio e indústria. A candidatura diz que apresentou as suas propostas para a mobilidade urbana acessível e para o fortalecimento do comércio local e do turismo.
Mais tarde, no mesmo dia, Nayara afirma que participou de uma sabatina organizada pelo Coletivo de Mulheres de Marília. O encontro contou com a presença de outras candidaturas à Prefeitura e à vereança, e discutiu diretrizes voltadas às necessidades das mulheres. Foi uma oportunidade para que temas diversos ganhassem visibilidade.
Encerrando sua agenda de entrevistas, Nayara lembra que participou, no dia 17 de setembro, de uma live no canal de podcast “Zonacurva”, de abrangência nacional. Na entrevista, Nayara teria sido apresentada como a primeira candidata a prefeita entrevistada pelo canal. Na oportunidade, a enfermeira abordou sua trajetória na área da saúde pública, incluindo sua experiência como pesquisadora da cannabis medicinal e o uso dessa alternativa no tratamento da sua filha, que tem deficiência.
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