Marília voltou a apresentar piora no Levantamento rápido de índices para Aedes aegypti (LIRAa) realizado em agosto no município.
Foram encontradas larvas do mosquito que transmite dengue, zika e chikungunya em 1,4% dos 2.698 imóveis vistoriados, o que significa que a cidade se encontra em situação de alerta.
Os dados mais recentes constam no Sistema de Informações da Sucen (Superintendência de Controle de Endemias).
Quando o índice está abaixo de 1% a situação é tida como satisfatória, como foi o caso do levantamento feito em Marília em maio. Na ocasião o índice chamado predial ficou em 0,3%.
Quando a quantidade de prédio com larva do aedes é de 4% ou mais a situação se complica e o quadro é considerado como risco de epidemia.
Agosto foi um mês atípico em Marília, com chuvas cinco vezes acima da média histórica, o que pode ter contribuído para a ocorrência de água parada, fundamental para a reprodução do mosquito.
Em maio, quando o índice foi considerado satisfatório em Marília, a situação de chuvas foi diferente. O mês foi de estiagem.
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