Marília

Marília volta a gerar empregos em abril

Depois de um março muito ruim para a geração de emprego em Marília, abril mostrou uma reação significativa e o saldo foi a abertura de 234 novas vagas de trabalho com carteira assinada na cidade.

Os dados são do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), que mapeia contratações e demissões em todo país.

A pesquisa do Ministério do Trabalho mostra que no quarto mês do ano foram 1.635 admissões e 1.401 desligamentos em Marília.

Desde o começo do ano, o saldo mantém praticamente o quadro de estabilidade, com 42 novos postos de trabalho. Em março haviam sido registradas 243 demissões a mais do que contratações, um dos piores números para o mês em toda a história.

Confirmando a tendência dos últimos meses, em abril o setor da economia local que mais contratou foi o de serviços, com 161 contratações a mais do que demissões. Desde o começo do ano são 343 vagas criadas nesse ramo.

A construção civil, em abril, aparece com 52 novos postos de empregos formais. No entanto, no acumulado do ano o segmento ainda possui 33 demissões a mais do que contratações, com um saldo negativo.

O comércio, que acumula 258 extinções de vagas desde o começo do ano, apresentou uma ligeira reação no quarto mês do ano com o saldo positivo de 26 contratações.

O único setor que ficou com mais demissões do que contratações em abril foi a indústria de transformação, que perde 19 postos de trabalho. Os números são praticamente inexpressivos diante do acumulado do ano que fica no nível da estabilidade com apenas nove vagas criadas desde janeiro.

Brasil e São Paulo

Segundo os dados do Caged, em abril, em todo o Brasil foram gerados 59.856 empregos celetistas, equivalentes ao aumento de 0,16% no estoque de assalariados com carteira assinada do mês anterior.

Nos últimos doze meses a queda foi de 969.896 empregos (-2,47%).

No estado de São Paulo o saldo de empregos formais computou 59.856 contratações a mais do que demissões em abril, aumento de 0,16%.

Leonardo Moreno

Leonardo Moreno é jornalista e atualmente cursa Ciências Sociais. Vê o jornalismo de dados como uma importante ferramenta para contar histórias, analisar a sociedade e investigar o poder público e seus agentes.

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