O tema das mudanças climáticas está no centro do encontro anual do Fundo Monetário Internacional (FMI), que teve início na terça-feira, 15. Estão previstas ao menos 16 reuniões para tratar de políticas fiscais que ajudam a mitigar aquecimento global, além de falar de biodiversidade, governança ambiental e uma “transição verde”.
“No FMI, sempre olhamos para os riscos. E essa (mudança climática) é uma categoria de risco que tem de ser absolutamente central no nosso trabalho”, disse a diretora-geral do fundo, Kristalina Georgieva.
Horas antes, o fundo divulgou o Monitor Fiscal de outubro, que teve como tema central o aquecimento global como uma ameaça ao planeta. “A ação até agora tem sido inadequada. O Acordo de Paris de 2015 vai na direção certa, mas os compromissos que os países fizeram são menores do que o necessário”, considera o fundo.
Taxa
Limitar o aquecimento global ao padrão seguro de 2ºC ou menor exige políticas de escala ambiciosa, argumenta o FMI, como a imediata taxa sobre carbono que cresça rapidamente para US$ 75 a tonelada de CO2 até 2030. “Tenho esperança de que, no ano que vem, eu possa dizer que estamos um passo à frente”, afirmou a diretora-geral do FMI. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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