Pesquisadores da Universidade de Oxford, no Reino Unido, analisaram os números da gigantesca rede de usuários do Facebook para fazer responder um dos principais questionamentos da última década: quando morremos, o que acontece com as nossas redes sociais e registros virtuais?
Enquanto os amigos próximos e os familiares estão fazendo o passo a passo para obter controle dos perfis virtuais de seus entes já falecidos, o problema real permanece sem ser explorado, afirmam os pesquisadores Carl Öhman e David Watson, do Instituto de Internet de Oxford, em seu estudo. “Nunca antes na história um arquivo tão vasto de comportamento e cultura humana foi reunido em um só lugar”, disse Watson.
Para o estudioso, se formos capazes de controlarmos esse arquivo de informações virtuais, seremos capazes de controlar a história. Os pesquisadores afirmam que, até o momento, poucos estudos olharam para os aspectos macroscópicos e quantitativos da morte virtual.
Para exemplificar o que estão querendo dizer, a melhor opção é ter como base uma rede social massiva como o Facebook: atualmente, existem cerca de 2,3 bilhões de usuários mensalmente ativos. A contagem de usuários geral, no entanto, é muito maior do que esse número – porque milhões desses usuários estão mortos.
Fonte: Exame
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