A ação foi registrada em 2013 e alega que o conteúdo de mensagens privadas enviadas entre usuários foi interceptado, com o objetivo de reunir dados para melhorar o algoritmo de marketing e contar esses links como curtidas em algumas páginas. Elas então eram usadas para compilar perfis de usuários que seriam utilizados para enviar propaganda direcionada a cada um dos grupos.
Segundo a empresa o escaneamento estaria protegido por uma exceção no Ato de Privacidade em Comunicação Eletrônica, que permitia que as interceptações fossem realizadas, desde que ligadas à natureza dos negócios da companhia. O juiz declarou que “o Facebook não explicou de maneira satisfatória como a acusação pode ser caracterizada parte da natureza do seu negócio”.
A acusação alegou que a prática viola a lei federal dos Estados Unidos e da Califórnia. O processo deve acontecer no próximo ano.
Via Reuters
Imagens mostram perseguição que culminou em esfaqueamento (Reprodução: Câmera de Segurança) A investigação sobre a…
Drogas apreendidas pela Polícia Militar na Vila Barros (Foto: Divulgação/PM) Uma operação da Polícia Militar…
https://www.youtube.com/embed/Tnx0tEVctQ0
Polícia Civil aponta liderança familiar e esquema de venda de drogas desarticulado em junho.
Vítima estava internada na Santa Casa de Marília (Foto: Alcyr Netto/Marília Notícia) A Polícia Civil…
Os serviços funerários divulgaram as informações sobre os velórios e sepultamentos programados para esta quinta-feira…
This website uses cookies.