Marília

Eleito vice-prefeito, Rogerinho se mantém como articulador na Câmara

Atual vereador foi eleito como vice-prefeito para o próximo mandato (Foto: Will Rocha/Câmara de Marília)

Eleito vice-prefeito de Marília no domingo (6), o vereador Rogerinho (PP) vai deixar a Câmara Municipal de Marília no final do mandato em 31 de dezembro. Mesmo assim, o Legislativo não deve sair de sua agenda a partir de 1º de janeiro de 2025.

O retorno se dará pela atribuição que recebeu do prefeito eleito, Vinicius Camarinha (PSDB), pelas vias do Executivo: ser um articulador entre dois poderes, aproximando os gabinetes do Paço Municipal.

“O prefeito Vinicius nos confiou essa missão de estar próximo aos vereadores para fazer esta interlocução”, afirmou Rogerinho, ainda na noite de domingo (6), na coletiva de imprensa concedida pelo prefeito eleito.

Rogerinho foi eleito vereador como mais votado em 2020. Na virada do biênio da legislatura, foi escolhido primeiro vice-presidente da Mesa Diretora. Chegou a anunciar sua pré-candidatura a prefeito, mas concorreu como vice de Vinicius.

Vinicius Camarinha e Rogerinho assumem a Prefeitura em 2025 (Foto: Divulgação)

AMPLA BASE GOVERNISTA

O futuro vice-prefeito de Marília iniciará sua interlocução com o Legislativo em vantagem numérica no plenário. Dos 17 eleitos ou reeleitos, 12 são de partidos que compuseram coligação da campanha de Vinicius.

A futura base governista terá Batata Corredato (PP), Chico do Açougue (Avante), Rossana Camacho (PSD), Danilo Bigeschi (PSDB),  Elio Ajeka (PP), Luiz Eduardo Nardi (Cidadania), Fabiana Camarinha (Podemos), João do Bar (PSD), Marcos Custódio (PSDB), Mauro Cruz (Solidariedade), Galdino da Unimar (Cidadania) e Thiaguinho (PP).

Caberá a Rogerinho o diálogo com os demais eleitos que apoiaram outras candidaturas à Prefeitura de Marília. Damasceno (PL), Guilherme BKS Burcão (DC) e Daniela D’Ávila (PL) estiveram com Ricardo Mustafá (PL) enquanto Junior Féfin (União Brasil) e Vania Ramos (Republicanos) com Garcia da Hadassa (Novo).

Entre estes cinco últimos, alguns podem aderir e ampliar ainda mais a vantagem numérica do novo governo Vinicius, o que garante maior governabilidade no que se refere à aprovação de leis e de contas e o impedimento de instalação de comissões processantes.

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Rodrigo Viudes

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