– Queria agradecer a todos que votaram em mim. A meu treinador, meus companheiros, meu presidente. Foi um ano expressivo para mim a nível pessoal e coletivo. Ganhar um troféu com esta dimensão é único. Estou muito feliz. Isto me dá motivação para continuar a trabalhar da mesma forma que tenho feito até agora. Nunca pensei em ganhar três vezes esta bolinha. Espero não parar por aqui. Quero alcançar o Messi – disse o luso, antes de terminar com o grito.
Depois, em entrevista na zona mista, levou a afirmação em tom de brincadeira.
– Não estou preocupado com isso. As coisas acontecem naturalmente, é uma motivação. Não compito só com ele (Messi), mas com todos, Barcelona, Chelsea, Bayern. Futebol é isso, é competir, ver quem ganha e leva os títulos. A vida é assim, no próximo ano trabalharei para estar aqui de novo. Eu me preparo para jogar e ganhar, falar não é o meu forte.
Assim, o português entra num patamar muito restrito da história do futebol, onde só chegaram nomes como Johan Cruyff, Michel Platini e Marco van Basten, pela antiga Bola de Ouro (quando era apenas para europeus e promovida somente pela revista “France Football”), e Ronaldo e Zinedine Zidane (troféu de melhor do ano da Fifa) com três conquistas, e diminuiria a distância para o seu grande rival, Lionel Messi, detentor de quatro (2009, 2010 – quando “France Football” e Fifa unificaram o prêmio -, 2011 e 2012).
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