Só que o agredido era Matt Buckland, chefe de recrutamento da Forward Partners – mesma empresa onde o agressor iria participar de uma entrevista para cobrir uma vaga de desenvolvedor Python horas depois. Mais precisamente, Buckland era o entrevistador. Carma?
“Na estação, eu fiquei de um lado para deixar os outros descerem, e eu acredito que ele pensou que eu estava apenas atrapalhando. Ele empurrou, eu me virei, expliquei que iria descer também, mas ele passou com outro empurrão e sugeriu que eu fosse me f… o que poderia ser verdade, mas não antes de algumas xícaras de café”, explica Buckland.
Segundo o recrutador, o candidato não o reconheceu imediatamente quando chegou ao local da entrevista, realizada no final da tarde. “Foi totalmente esquisito. Eu o abordei perguntando se ele havia viajado bem naquela manhã. Nós rimos e, de uma maneira muito britânica, eu terminei me desculpando”, afirmou, em entrevista à BBC.
Apesar de terem feito as pazes, o candidato não foi contratado – nada a ver com sua atitude no metrô, garante Buckland. “Seria fácil descontar isso em alguém durante uma entrevista, mas para mim entrevistas de emprego não têm esse objetivo. Quando se entrevista alguém, procura-se saber se aquela pessoa é um ser humano real, é sobre essa conexão”, disse ao Buzzfeed.
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