Tecnologia

App de finanças chega a 200 mil downloads no Brasil

A fintech Olivia, que ajuda seus usuários a controlar suas finanças com auxílio de inteligência artificial, anunciou nesta semana que chegou à marca de 200 mil downloads de seu aplicativo no Brasil, onde começou a operar no início deste ano. Segundo Lucas Moraes, cofundador da startup, a empresa viu alta no volume de downloads entre e março e abril deste ano, por conta da pandemia do novo coronavírus. “É uma crise financeira sem precedentes, o que faz com que as pessoas buscam organizar melhor seu dinheiro”, afirma o executivo ao Estadão.

Fundada por Moraes e o sócio Cristiano Oliveira, a Olivia conecta informações de contas e cartões do usuário para entender seus hábitos de consumo e sugerir dicas sobre como economizar, criando metas de gastos. A maior parte das interações, porém, é realizada com ajuda de um robô de conversa (chatbot), em busca de tornar mais simples a relação das pessoas com seu orçamento.

Segundo Moraes, que é da quarta geração da família controladora do grupo Votorantim, o app teve de se adaptar bastante para os novos tempos. “As pessoas mudaram a rotina, então a gente teve que mudar: em vez de falar sobre gastar em restaurante, agora prestamos atenção em delivery de comida”, exemplifica. Além de estar atento aos hábitos de consumo do usuário dentro de casa, a empresa também lançou um serviço de perguntas e respostas sobre dúvidas econômicas das pessoas.

Lançado inicialmente nos Estados Unidos, o app da Olivia chegou ao Brasil em janeiro deste ano, quando a startup recebeu um aporte de R$ 25 milhões liderado pelo Banco Votorantim – no ano passado, também havia recebido cheques do fundo BR Startups e da XP Investimentos. Nos últimos dias, a empresa também passou a atuar em mais um mercado: a Irlanda, por meio de uma parceria com o fundo de pensão local Irish Life, que tem cerca de 1,3 milhão de pensionistas.

“Um dos maiores problemas das startups hoje é conseguir conquistar clientes, isso tem um custo muito alto, então aprendemos que ter parceiros é muito bom”, diz Moraes. Segundo ele, a empresa teve de fazer adaptações para atuar na Europa, como a conformidade com o sistema de open banking e das leis de privacidade locais. “Também tivemos de entender os hábitos locais, que são diferentes dos EUA e do Brasil”. Segundo Moraes, ainda não há planos de expansão para outros países europeus.

Agência Estado

Recent Posts

Homem morre depois de ser atingido por viga de madeira em Marília

Vítima estava internada na Santa Casa de Marília (Foto: Alcyr Netto/Marília Notícia) A Polícia Civil…

7 horas ago

Novas imagens mostram perseguição antes de homicídio em Marília

Imagens mostram perseguição que culminou em esfaqueamento (Reprodução: Câmera de Segurança) A investigação sobre a…

7 horas ago

Candidato a deputado, Rogerinho é autor de lei que fortalece a causa animal

Proposta que garantiu a UBS Animal reforça a aproximação de Rogerinho com defensores da causa…

7 horas ago

Capital Inicial vem a Marília e promete noite de clássicos do rock nacional

Show é promovido pela BR Eventos (Foto: Divulgação) O Capital Inicial vai retornar a Marília…

7 horas ago

Após luta pela vida, motoboy deixa UTI dois meses depois de acidente em Marília

Motoboy de 21 anos segue internado e ainda passará por novos procedimentos cirúrgicos.

7 horas ago

Santa Casa promove live com foco em saúde, McDia Feliz e apoio da comunidade

Transmissão nesta quinta-feira terá programação sobre Dia dos Pais, McDia Feliz e campanha de doações…

8 horas ago

This website uses cookies.