A adolescente de 12 anos vítima de estupro coletivo, na Baixada Fluminense foi levada para o Centro de Atendimento ao Adolescente e à Criança (Caac), no Hospital Municipal Souza Aguiar, no centro do Rio.
A garota passará por tratamento profilático contra doenças sexualmente transmissíveis e passará por exame de corpo de delito.
A menina será ouvida no próprio hospital, e não na delegacia, por policial capacitado para entrevistas com crianças e adolescentes vítimas de violência. O depoimento é gravado, para que ela não tenha que repetir a história para policiais, promotor e juiz.
A Polícia Civil está estudando medida protetiva à criança e sua família. Quatro agressores que aparecem no vídeo do estupro foram identificados por seus apelidos.
A Delegacia da Criança e do Adolescente Vítimas (DCAV) pediu ao Facebook o “congelamento” dos dois grupos fechados que compartilharam o vídeo do estupro. A medida permite à polícia preservar as mensagens trocadas na rede social – mesmo que os perfis sejam apagados.
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