Dados oficiais do sistema Infosiga, gerido pelo Detran, traçam um panorama detalhado sobre as mortes no trânsito em Marília ao longo da última década e revelam um perfil claro das vítimas.
Homens, jovens e usuários de motocicletas estão entre os mais atingidos. Os dados ganham ainda mais relevância durante o Maio Amarelo, mês de conscientização sobre segurança viária.
As estatísticas englobam óbitos decorrentes de sinistros de trânsito registrados entre 2015 e o início de 2026, contabilizando as mortes mesmo quando ocorridas em data posterior ao acidente.
O movimento Maio Amarelo busca chamar a atenção da sociedade para a importância da segurança no trânsito e da preservação da vida. Criada com o objetivo de reduzir acidentes e mortes nas vias, a campanha promove ações educativas e debates sobre a responsabilidade de motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres.
Evolução das mortes no trânsito em Marília
A evolução histórica em Marília mostra oscilações significativas ao longo dos anos.
O número parcial de 2026, porém, deve crescer de forma expressiva. Somente um acidente na rodovia Transbrasiliana (BR-153) deixou oito mortos.
Homens representam maioria das vítimas
O levantamento também revelou uma grande disparidade de gênero nas ocorrências fatais.
Entre os homens, a motocicleta aparece como o modal mais perigoso, responsável por 28% de todas as mortes no trânsito.
Entre as mulheres, as mortes se distribuem de forma mais homogênea:
O levantamento ainda aponta pequenos índices em outros modais e registros sem informação.
Jovens lideram ranking de vítimas
Em relação à idade, os jovens de 20 a 24 anos formam a faixa etária mais vulnerável da população mariliense.
O grupo lidera o ranking com:
Faixas etárias com mais mortes entre homens
A letalidade entre homens adultos permanece elevada em diversas idades.
Os grupos com maior número de mortes são:
Outras faixas registradas:
Perfil das vítimas femininas
Entre as mulheres, a concentração de mortes também aparece em algumas faixas etárias específicas.
Depois do grupo de 20 a 24 anos, os maiores registros ocorreram entre:
Outras faixas femininas registradas:
O levantamento também cita vítimas com gênero não especificado nas faixas de 30 a 34 anos e de 55 a 59 anos, com duas mortes em cada grupo, além de uma vítima entre 35 e 39 anos.
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