O Supremo Tribunal Federal (STF) converteu para preventiva a prisão de José Ricardo Fernandes Pereira, de 50 anos, que trabalhava com desenvolvimento de produtos no Grupo Jacto, em Pompeia (distante 31 quilômetros de Marília).
O nome do morador da cidade consta em lista divulgada pelo STF das pessoas que tiveram a prisão convertida. A decisão é do ministro Alexandre de Moraes.
Segundo a Suprema Corte, 942 pessoas tiveram a prisão em flagrante convertida em preventiva e 464 obtiveram liberdade provisória, mediante medidas cautelares, e poderão responder ao processo com a colocação de tornozeleira eletrônica, entre outras medidas.
Pereira foi preso em Brasília/DF, após os ataques ocorridos em 8 de janeiro, contra as sedes dos Três Poderes.
Como divulgado pelo Marília Notícia, a empresa de Pompeia já tinha suspendido o contrato de trabalho do funcionário. Em nota ao MN, em 12 de janeiro, o Grupo Jacto afirmou que “a empresa não compactua com os eventos ocorridos em Brasília no dia 8 de janeiro de 23, e confirma que tem um empregado detido, o qual teve seu contrato de trabalho suspenso até apuração de seu envolvimento nos fatos.”
O Marília Notícia não conseguiu localizar o advogado de defesa de Pereira. O espaço segue aberto para manifestação.
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