A denúncia foi apresentada ao Ministério Público Estadual, Ministério Público do Trabalho, Conselhos de Enfermagem e de Medicina, à Secretaria Municipal da Saúde e à Vigilância Sanitária. No final da greve foi acordado que a instituição teria dois meses para a concessão de reajuste salarial, mas isso ainda não ocorreu.
De acordo com o Sinsaúde, são várias as reclamações dos funcionários: impedimento de fazer horas extras, troca de setor, de unidade de trabalho, de horário a cumprir, impedimento de fazer horas extras, entre outros problemas.
O problema já chegou na Justiça. Dois grevistas (reconhecidamente ativos no movimento de greve) que seriam trocados de setor, conseguiram uma liminar para garantir seus postos de trabalho.
A direção do complexo Famema, por meio da assessoria de imprensa respondeu que “as trocas de setores ocorrem dentro da normalidade por conta da necessidade de remanejamentos, mas não foi registrado nenhum fato diferente deste procedimento.”.
A Famema ainda diz que não foi notificada sobre qualquer decisão liminar na Justiça.
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