Marília

Marília apura novo caso por suspeita de chikungunya

Equipes foram divididas em duas (Foto: Ramon Barbosa Franco)

A Secretaria Municipal da Saúde, por meio da Divisão de Zoonoses, promoveu no último sábado (28) uma nova frente de trabalho para a erradicação de criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue e da chikungunya. Foram executadas duas forças-tarefas, sendo uma na zona Norte da cidade e outra na zona Sul.

De acordo com as informações do supervisor da Divisão de Zoonoses, Rafael Colombo Filho, as intensificações de bloqueios e trabalho preventivo vêm ocorrendo permanentemente desde a primeira semana de janeiro, logo após as primeiras horas da descoberta da suspeita de um caso importado de chikungunya.

O caso acabou sendo confirmado positivo é de uma paciente mulher, da zona Norte, que viajou para Minas Gerais recentemente, onde ficou abrigada em cidade endêmica de chikungunya.

Agente faz busca ativa em residência (Foto: Ramon Barbosa Franco)

No último sábado (28), o bloqueio da zona Norte incluiu os bairros Jardim Julieta e Santa Antonieta III, enquanto o bloqueio da zona Sul envolveu os bairros Jóquei Clube e a região dos Três Lagos.

A Divisão de Zoonoses informou que o município investiga um possível novo suspeito caso importado de chikungunya. Trata-se de paciente da zona Sul que, coincidentemente, viajou para a mesma região endêmica de Minas Gerais, onde esteve o caso importado confirmado na zona Norte. O laboratório Adolfo Lutz ainda não divulgou o resultado deste exame.

As forças-tarefas do último sábado (28) contaram com aproximadamente 60 agentes comunitários de saúde, agentes de controle de zoonoses e agentes de controle de endemias, quatro motoristas da Secretaria Municipal de Saúde, seis supervisores de saúde e um supervisor de zoonoses, além de servidores de apoio e de logística.

Quase 80 quadras foram percorridas (Foto: Ramon Barbosa Franco)

O trabalho começou às 7h30 e só terminou por volta das 14h. Foram percorridas quase 80 quadras nas regiões Sul e Norte de Marília, sendo que em 40 casas as famílias não permitiram a entrada dos agentes comunitários de saúde.

O município de Marília solicita que as famílias cooperem com o trabalho preventivo e abram suas residências para os bloqueios e ações de combate aos criadouros do mosquito Aedes aegypti.

Carolina Rolta

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