Veículo da Prefeitura de Marília realiza bloqueio com nebulização na zona Norte (Foto: Divulgação)
A epidemia de dengue que atinge Marília em 2021 totalizou, nesta sexta-feira (16), 1.156 casos confirmados. A Secretaria Municipal da Saúde aguarda ainda o resultado de análise do Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo, para confirmar as causas da morte de uma mulher, de 65 anos, registrada nesta última quarta-feira (14), com sintomas da doença.
Moradora no bairro Castelo Branco, na zona Norte de Marília – região com maior número de focos da infecção – Clarice Maciel de Lima era casada e tinha três filhos.
Ela amava a vida tanto quanto as belas orquídeas, que cultivava e exibia nas redes sociais. Esposa e mãe dedicada, era membro atuante na comunidade evangélica Primeira Igreja Batista (PIB) de Marília.
Segundo familiares, Clarice teve um quadro rápido de dengue, que culminou em choque cardiogênico – conforme consta no atestado de óbito. Ela praticava atividades físicas para manter a saúde, fazia exames regularmente, mas mesmo sem ter Covid, não resistiu ao colapso no sistema de saúde do município.
A espera por um leito de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) foi compartilhada em pedidos de orações feito por amigos, nas redes sociais. Clarice morreu antes que a vaga fosse disponibilizada.
A reportagem questionou a Secretaria Municipal da Saúde e a Secretaria de Estado da Saúde, que ainda não se manifestaram sobre a disponibilidade do leito. O espaço continua aberto.
EPIDEMIA
No mês passado, a Secretaria Municipal da Saúde confirmou a morte de um idoso, de 85 anos, com quadro de dengue, agravado pela diabetes, hipertensão e insuficiência cardíaca. Ao longo de todo o ano passado, segundo a pasta, a cidade registrou duas mortes.
Diante do cenário de perigo, as estratégias têm sido diversas. As equipes da Divisão de Zoonoses realizam nesse ano intensificação nas regiões mais afetadas.
A força-tarefa promove bloqueio de criadouros com reforço de equipes de outros territórios. O grupo já passou pela região do Aeroporto (zona Leste) e pela Vila Barros, Vila Nova e Castelo Branco (Norte).
Depois da eliminação de focos, é feito o bloqueio de nebulização, com apoio de equipamento pesado da Superintendência de Controle de Endemias (Sucen), da Secretaria de Estado da Saúde. Nesta segunda-feira (12), o produto químico foi aplicado na região da Vila Barros. Uma nova ação está prevista para a próxima semana.
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