O ambiente de startups e inovação da cidade de São Paulo é um dos maiores do Brasil. Além de ser o município com o maior número de empresas nascentes no País – são aproximadamente 2.600, segundo a Associação Brasileira de Startups (Abstartups).
A capital paulista também aparece como um dos 30 ecossistemas com maior potencial de crescimento no mapeamento global da organização internacional Startup Genome, o Global Startup Ecosystem Report (GSER) 2019, que foi divulgado no mês de maio deste ano. Essa pesquisa aponta que a “terra da garoa” apresenta um solo fértil para o desenvolvimento de novos negócios no ramo financeiro e ciência (biotecnologia e saúde), assim como é uma das dez melhores em aquisição de talento acessível.
Segundo o GSER 2019, o montante movimentado pelo ambiente de startups em São Paulo chega a US$ 5,1 bilhões. Além disso, o relatório também elenca dois motivos para criar ou desenvolver um negócio focado em tecnologia na cidade: presença de universidades com perfil científico e tecnológico, dentre as quais a Universidade de São Paulo (Usp) aparece como destaque para o levantamento; e isenções fiscais sobre receita e taxas de importações e exportações.
O nome da capital paulista no ranking dos 30 ecossistemas com maior potencial de crescimento surpreendeu a equipe que realizou o levantamento.
“Foi impressionante o desempenho de São Paulo, dado o contexto econômico”, diz o diretor de pesquisa da Startup Genome, Arnobio Morelix. “Nós sabemos que a situação no Brasil tem complicado o nível de investimento nas startups, então, vê-las se desenvolvendo é de certa forma surpreendente.” Para realizar essa análise, a equipe de pesquisa do GSER 2019, conta Morelix, utilizou uma metodologia que vem sendo aprimorada desde 2012, em que são utilizados bancos de dados globais, pesquisas com mais de 10.000 empreendedores, e consultas públicas com universidades e outras instituições.
Para Morelix, a capital paulista, se comparada às outras metrópoles brasileiras com ecossistemas sólidos de inovação, como Belo Horizonte(MG), Florianópolis (SC), Curitiba (PR) e Recife (PE) apresenta um diferencial que a coloca com mais potencial de desenvolvimento. “São Paulo é um dos polos mais conectados do Brasil com o globo”, diz. “No mercado internacional de startups, você está competindo e cooperando com o mundo inteiro, não só com as empresas de seu país.” Para o diretor de pesquisa, falta às empresas nascentes das outras cidades brasileiras focarem em necessidades globais para desenvolver essas redes de contatos internacionais. “As empresas que pensam em criar produtos e serviços globais crescem 2,1 vezes mais do que aquelas que focam apenas nos mercados nacionais.”
Fonte: Terra
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