Marília

Rizzo recorre à Justiça de Marília para operar após lacração de escritório

Zona Azul foi lacrada pelo Procon em Marília (Foto: Alcyr Netto/Marília Notícia)

A Rizzo Parking And Mobility S/A recorreu à Justiça de Marília com pedido de nova liminar, em regime de urgência, para que tenha garantia jurídica para operar normalmente os serviços de estacionamento rotativo, a Zona Azul, no Centro da cidade.

A petição foi apresentada à Vara da Fazenda Pública de Marília na sexta-feira (6), menos de 24h depois de ter seu escritório lacrado em ação conjunta do Procon Marília e do setor de fiscalização de Posturas da Prefeitura de Marília.

 A Rizzo Parking pede que seja garantida a continuidade de suas operações “até a decisão final sobre a presente ação anulatória”. A empresa se referiu a processo que está em fase de sentença na mesma Vara da Fazenda Pública.

Neste caso, o magistrado local julgará o mérito após publicação de acórdão da 6ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) que derrubou a liminar que mantinha a empresa em atividade.

Na quarta-feira (4), menos de 24h após a decisão, a Empresa Municipal de Mobilidade Urbana de Marília (Emdurb) notificou a Rizzo Parking que interrompesse as operações, o que não ocorreu, gerando queixas de usuários na polícia.

Escritório da Rizzo Parking foi lacrado na última quinta-feira em ação do Procon e da Prefeitura de Marília (Foto: Alcyr Netto/Marília Notícia)

A empresa, por sua vez, informou – por meio de sua assessoria de imprensa – que não havia paralisado os serviços “tendo em vista que a Lei 8.987/1995, que rege os contratos de concessão, estabelece que não podem ser paralisados os serviços contínuos e essenciais.”

Na quinta-feira (5), após ter seu escritório lacrado, a Rizzo Parking manifestou-se novamente. “A Prefeitura de Marília abusou do poder ao impedir as atividades. Ação inexistente conforme a legislação”, afirmou ao Marília Notícia.

Na petição apresentada na sexta-feira, a empresa pediu à Justiça de Marília que a Prefeitura de Marília seja “impedida de qualquer intervenção arbitrária que resulte na interrupção ou paralisação do serviço.”

E ainda que seja declarada a nulidade da portaria e dos atos administrativos referentes à rescisão contratual e às penalidades sofridas pela empresa, cujo mérito ainda será julgado pela Vara da Fazenda Pública.

Faça parte do nosso grupo de WhatsApp. Entre aqui!

Rodrigo Viudes

Recent Posts

Vítimas de colisão fatal na BR-153 em Marília são identificadas

Osny Teruel Peres e Larissa Louise Nogueira de Abreu tiveram as mortes confirmadas no local…

2 horas ago

Casal morre em colisão frontal na BR-153 em Marília

Duas pessoas morreram em grave acidente na BR-153 em Marília (Foto: NovaTV) Um gravíssimo acidente…

4 horas ago

Descarga elétrica mata empresário de 34 anos durante serviço em Bastos

Bruno Henrique Moura tinha 34 anos (Foto: Divulgação) O empresário Bruno Henrique Moura, de 34…

5 horas ago

Deputados destacam obra de R$ 5 milhões em estrada após 30 anos

Dani Alonso e Capitão Augusto e Galete aprovam nova estrada (Foto: Divulgação) A nova "estrada…

9 horas ago

Atleta de Marília conquista título Sub-18 em etapa da Liga do Enxadrista

A atleta mariliense Isabella Ferreira conquistou o título da categoria Sub-18 feminino na 2ª etapa…

10 horas ago

Polícia Civil prende tenente-coronel da PM indiciado por feminicídio

Tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto é acusado de matar a soldado Gisele Santana (Foto: Redes…

11 horas ago

This website uses cookies.