O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, afirmou nesta segunda-feira, 13, que o país registrou a primeira morte por causa da nova variante Ômicron. Johnson disse que a nova variante está provocando aumento no número de internações hospitalares e incentivou a imunização de reforço.
“Acho que a ideia de que esta é, de alguma forma, uma versão mais branda do vírus, é algo que precisamos deixar de lado e apenas reconhecer o simples ritmo com que ele (Ômicron) avança pela população”, disse Johnson. “A melhor coisa que podemos fazer é obter nossas doses de reforço”, acrescentou
O primeiro-ministro ainda afirmou que as vacinas “fortalecerão os muros de contenção” contra a iminente “onda da Ômicron”. No domingo, o governo britânico elevou seu nível de alerta contra a doença, por causa da rápida disseminação da variante.
Segundo a Associated Press, diante das falas do primeiro-ministro e dos perigos da Ômicron, os britânicos fizeram longas filas nesta segunda-feira para se vacinarem contra o coronavírus. O site do NHS (Serviço Público de Saúde do País) chegou a ficar fora do ar depois que mais de 110.000 pessoas tentaram agendar sua dose de reforço, disse o governo.
A campanha da dose de reforço foi acelerada em resposta aos avanços da Ômicron, e após uma análise inicial sugerir que duas doses da vacina contra a covid-19 não eram suficientes para impedir que as pessoas pegassem a nova variante. A expectativa do governo é que todos os maiores de 18 anos recebam uma terceira injeção até 31 de dezembro.
Autoridades de saúde da cidade de Tianjin, no norte da China, registraram o primeiro caso da variante Ômicron no continente do País, informou o Tiajin Daily. A nova variante foi detectada em um viajante que chegou à cidade do exterior no dia 9 de dezembro. Segundo o governo, o paciente está sendo observado no hospital.
O presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, testou positivo para covid-19 neste último domingo, disse a assessoria do governo. Ramaphosa está isolado na Cidade do Cabo e apresenta sintomas leves da doença. O comunicado não disse se ele havia sido infectado com a variante Ômicron. Todas as responsabilidades da agenda do governo foram passadas ao vice-presidente, David Mabuza.
Na esteira do combate a covid-19, a Rússia decidiu recuar e não anunciar regras sanitárias mais severas contra o coronavírus. O recuo ocorreu após algumas restrições aos não vacinados terem provocado indignação pública em todo país. Com isso, foi retirado de votação no parlamento um projeto de lei que restringia o acesso a voos e trens domésticos e internacionais para aqueles que não foram totalmente vacinados. A Rússia é um dos países com menor taxa de vacinados na Europa, menos de 50% da população de 146 milhões foi totalmente imunizada até agora.
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