A cidade de Gália (distante 53,2 quilômetros de Marília) terá até outubro dois Centros de Detenções Provisórias (CDPs) operados em parceria entre o governo do Estado e empresas privadas.
A informação é da edição desta segunda-feira (20) do jornal Folha de São Paulo que fala sobre o início de “uma era de privatizações no sistema carcerário” do Estado com o primeiro lote do tipo que envolve o município da região.
Outras duas cidades – Aguaí e Registro – também terão CDPs geridos por meio do mesmo modelo.
De acordo com reportagem da Folha, dois CDPs estão em construção em Gália e dos 160 funcionários previstos para unidades prisionais do mesmo porte, 88 devem ser da empresa que será contratada.
Quadros da Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) continuariam ocupando cargos como diretor-geral e de disciplina. Além disso, o transporte de presos e a segurança das muralhas seguem responsabilidade de funcionários do estado.
O prazo do contrato será de cinco anos, de acordo com a Folha, com custo mensal estimado entre R$ 3,8 mil R$ 5,5 mil por preso. Pelo modelo estatal, um preso custa cerca de R$ 2.400 ao mês.
Segundo a Administração Penitenciária, cinco empresas demonstraram interesse nos contratos. Atualmente elas já prestam o serviço serviços em cidades de Minas Gerais e Santa Catarina.
O Marília Notícia questionou a pasta sobre a possível privatização das unidades prisionais existentes em Marília, mas não houve retorno até o fechamento desta edição.
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